
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Zahira dançando um "chorinho" que não chora!
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Novos Olhares: Benjamin Garcia Saxe e sua casa de bambum
domingo, 7 de novembro de 2010
Tango por Zahira
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Deslocamentos e o espaço na dança do ventre

Já foi o tempo que dançávamos apenas num ambiente pequeno, com o público ao nosso redor, não sendo necessário grandes deslocamentos, giros e novos desenhos no espaço. Como já disse: foi o tempo! Não há como negar a transformação e a ocidentalização da dança do ventre, porque hoje ela é uma dança praticada nos palcos além dos restaurantes e casas de chá.
- Trocar posição professora-aluna: não precisamos estar sempre na frente e nem é bom!;
- Trocas as frentes;
- Andar muito pela sala com os passos básicos como os 8s, batidas e básicos;
- Realizar exercícios em roda e de costas pro espelho;
- Simplesmente andar pela sala - use a criatividade para bolar suas aulas;
2- Randa Kamel - criatividade e ousadia, dispensa comentários
Esse post foi escrito a partir dos meus estudos e das aulas do curso de "Formação de Professoras" da Elis Pinheiro.segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Novos Olhares: Dá-lhe Amélie e Nosso Lar
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Tarde Oriental a nossa primeira festa
A primeira de muitas que virão!
Aproveito para agradecer à todos os convidados, ao público, à minha amiga Talu que foi a nossa fotógrafa, à Charys que trouxe suas alunas que deixaram a festa ainda mais linda e ao grupo do Carlos Bortotto com o zouk.
Obrigada alunas, porque sem vocês isso não seria possível. E serei uma boa filha agradecendo meus pais e meu namorado, porque sem o apoio de ambos eu não conseguiria realizar nada disso.
Agora... minha cabeça não pára e já estou planejando a próxima festa e a do próximo ano... aguardem!! =)
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Próximos Eventos da Zahira
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Do peso de viver à leveza de criar: função social do ensino de dança hoje
Profa. Dra. Isabel A. Marques
Instituto Caleidos
Leveza aula
A pergunta que há anos venho me colocando e colocando às novas gerações, portanto, não é mais “o que”, mas “como” contribuir, nas aulas de dança, para que a situação social mundial não permaneça como está. Se a leveza é uma das respostas, “como” ministrar uma aula leve que não fuja à realidade pesada do mundo?
A primeira resposta que encontrei – e aqui tratarei só dela - parece ser simples: fazendo arte. A arte eminente em sala de aula é o escudo polido de Perseu, é o ato criativo articulado, consistente, fundamentado e relacionado ao contexto dos alunos. O processo criativo assim constituído tem o potencial de fazer com que a realidade seja olhada indiretamente e, assim, transformada. A “arte-escudo polido”, portanto, diferencia-se tanto dos exercícios quanto da arte panfletária engajada.
O processo criativo, que define a arte, é indeterminado, imprevisível, lúdico, não-linear, único, repleto de imagens, flexível e no tempo presente. Coincidentemente ou não, estas são também as vivências cotidianas do ser contemporâneo: não sabemos o dia de amanhã, quem não sabe “jogar” não consegue conviver. Olhar para frente é olhar para todos os lados, compostos por redes interconectadas. “Cada um é cada um”, como dizem os jovens, assolados por todos os lados por imagens internas e externas.
Ao contrário disso, nossas instituições de ensino, calcadas em modelos educacionais retrógrados, exigem dos professores e dos alunos de arte processos finalistas lineares, determinados a priori, previsíveis, universalizantes. Ou seja, a arte, que poderia estar aproximando os alunos da contemporaneidade do mundo, acaba por desvinculá-lo dele. Nossos alunos, que por meio da arte ensinada nas escolas poderiam levemente dar cabo da “Medusa”, são acorrentados pelo peso dos horários, das provas, das reclamações dos professores, dos planejamentos sem sentido, dos objetivos universalizantes, das avaliações sem processo, dos professores sem competência para ensinar dança. Pensemos nas aulas de dança.
Em geral, nas aulas de dança só fazemos exercícios enfadonhos e repetitivos. Mesmo que não sejam enfadonhos, ainda são exercícios, lineares, que nos colocam nas promessas futuras de melhor interpretação, ao invés de nos conectar com as possibilidades presentes de criação, com sentido pessoal e social. Sem, absolutamente, negar a importância do preparo corporal para que se realize o ato criativo, o exercício pelo exercício é tão pesado que não permite ao pássaro voar.
Em contrapartida, às vezes nos largamos aos experimentos soltos e sem sentido estético, quando poderíamos estar trabalhando o improviso como criação artística. O improviso em sala de aula que ocorre somente em prol das sensações corporais e dos desbloqueios emocionais é tão leve como a pluma e também não permite ao pássaro voar.
No que diz respeito às relações professor-aluno, em geral seguimos instruções, propostas, sugestões, “facilitações” do professor, quando poderíamos dançar com ele, assisti-lo dançando, em sala de aula. Tornando-se, não professor, mas artista-docente, passa a ser “fonte viva e interlocutor entre os mundos da dança e da educação” (Marques, 1999, p.119). O professor que se permite compartilhar a dança que cria e interpreta em sala de aula, articulando-a com a dança dos alunos e da sociedade, ganha de presente das ninfas o capacete, as sandálias aladas, a espada e o espelho de Perseu, está munido para matar a Medusa.
Em situações opostas a esta, ainda são frequentes as aulas de dança em que os alunos obedecem e copiam modelos (voluntariamente ou não), sofrem para aprender repertórios, martirizam-se para chegar às virtuoses (das piruetas do balé às quedas da nova dança). Ou seja, dançamos a história (repertórios prontos – de Giselle ao Maracatu), ao invés de recriarmos a história. Carregamos o peso da história, quando poderíamos re-significá-la.
Para terminar, pelo começo
Na grande maioria das vezes, as aulas de dança carregam o peso do passado, ou então a leveza pluma do mundo contemporâneo. Em nenhum dos casos, a arte em sala de aula é efetivamente criação, problematização, re-significação do peso necessário para voarmos como pássaros e termos a possibilidade de viver em um mundo diferente. Mas, parafraseando Mário Quintana, poeta gaúcho, “o mundo passará, eu passarinho”.
.........Texto da aula inaugural do curso de “Pedagogia da Arte” da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, proferida em Montenegro no dia 10 de abril de 2002 por Isabel Marques e posteriormente publicada na Revista da FUNDARTE. ANO I, Vol. I/II, no. 02/03.
Referências bibliográficas
Calvino, I. (1990). Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Cia das Letras.
Marques, I. (1999). Ensino de dança hoje: textos e contextos. São Paulo: Cortez.Abrão, B. e Coscodai, M. (org) (2000).
Dicionário de Mitologia. São Paulo: Editora Best Seller.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
A Magia das Borboletas
Eu Indico a linha 'A Magia das Borboletas' by Érika Hefter e Luciana Arruda, comprei um véu e já quero os outros modelos rs, é lindo, seda de boa qualidade, uma pintura caprichada, cheirosinho e vem numa bolsinha hiper fofa!
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
FUNDAMENTAL DANÇA

Projeto estruturado em quatro módulos iniciais, introdutórios à ocupação Fundamental Dança (SESC Pinheiros/2011), evento para o qual estão previstas aproximações, em territórios transdisciplinares, da dança e formas artísticas contemporâneas, da cultura corporal com a cultura da dança e entre artistas e seus públicos. Cada módulo é composto de debate e workshop: em outubro – “dança e artes visuais” e “dança e literatura”- e, em novembro - “dança e novas mídias” e “dança e música” -, nos quais se faz presente a interface entre áreas, estabelecendo-se ainda a reflexão sobre a validação da arte no mundo contemporâneo.
1º Módulo - Dança e Artes Visuais
Bate-papo em torno das artes visuais e da dança, como campos em si e em suas intersecções com a arte contemporânea. Com Lúcia Santaella (escritora e professora/ PUCSP) e Rodrigo Naves (escritor, crítico e historiador de arte/SP), com mediação de Cássia Navas (professora IA/UNICAMP).
Dia 14/10, às 19h30. Sala de Oficinas. 2º. Andar.
Workshop
Encontro mediado pela coreógrafa e bailarina Lara Pinheiro (SP), em workshop ministrado por Sandro Borelli (coreógrafo e bailarino/SP) e por José Spaniol (escultor, desenhista, gravador e professor/SP), estabelecendo-se uma ação entre dança e matrizes visuais, em discussão em trânsito entre a “performance da cena” e a “p erformance das artes visuais”, em sentido amplo.
Dia 16/10, sábado, das 15h às 18h.
2º. Módulo – Dança e Literatura
Bate-papo em torno da dança e literatura, como campos em si e em suas intersecções com a arte contemporânea. Com Marina Martins (coreógrafa e professora/UFRJ) e Leda Tenório da Motta (tradutora, crítica literária, professora/PUCSP), discussão mediada por Ana Terra (pesquisadora e professora do Curso Dança/Anhembi Morumbi/SP).
Dia 28/10, quinta, às 19h30. Sala de Oficinas. 2º. Andar.
Workshop
Encontro mediado por Cássia Navas, em workshop ministrado por Márcia Milhazes (coreógrafa e diretora da Márcia Milhazes Cia. de Dança/RJ) e Marcelino Freire (escritor e editor/SP), estabelecendo-se uma ação no “vivo do assunto”, entre dança e literatura, entre “verbo-e-corpo”.
Dia 30/10, sábado, das 15h às 18h
3º. Módulo – Dança e Novas Mídias
Bate-papo em torno da dança, estudos do corpo e novas mídias, como campos em si e em suas intersecções com a arte contemporânea. Com Ivani Santana (artista e professora/UFBa) e Bia Medeiros, (artista e professora/UnB), mediado por Simone Alcântara (professora e pesquisadora/Museu da Pessoa/SP)
Dia 11/11, quinta, às 19h30. Sala de Oficinas. 2º. Andar.
Workshop
Workshop "Dança e Telemática” - dança com mediação tecnológica-, ministrado por Ivani Santana (coreógrafa/Salvador/BA), por Rosa Sanchez e Alain Bauman (Konic Theatre/Barcelona/Espanha), mediado por Juliana Moraes (coreógrafa e professora/SP).
Dia 13/11, sábado, das 15h às 18h
4º. Módulo – Dança e Música
Bate-papo em torno da dança e música, como campos em si e em suas intersecções com a arte contemporânea. Com Denise Garcia (compositora e regente, professora/IA/UNICAMP) e Graziela Rodrigues (coreógrafa, psicóloga e professora/IA/UNICAMP), mediado por Fernando Iazzetta (compositor e professor/ECA/USP)
Dia 18/11, quinta, às 19h30. Sala de Oficinas. 2º. Andar.
Workshop
Encontro mediado por Sayonara Pereira (coreógrafa, bailarina e professora/São Paulo), ministrado por Zélia Monteiro (coreógrafa e professora/PUCSP) e por Sílvio Ferraz (compositor, pesquisador, professor IA/UNICAMP).
Dia 20/11, sábado, das 15h às 18h
SERVIÇO
Fundamental Dança
SESC PINHEIROS
Bate-papo: grátis + Workshops, com pagamento de taxa de inscrição
Para maiores informações: www.sescsp.org.br
Local: SESC Pinheiros
Rua Paes Leme, 195
Pinheiros, São Paulo, SP
Tel: 11 3095 9400
Email: email@pinheiros.sescsp.org.br
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