quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
O Khaliji e o curso de formação em folclore
Lá vem eu fazer propaganda de curso oferecido pelo Estúdio da Elis Pinheiro, mas é que todos os cursos oferecidos lá são ótimos e de qualidade. E hoje iniciei o de Formação em Folclore com a Pricilla Samra: excelente!!
Mesmo com pescoço dolorido, joelho doendo e cansada, valeu a pena me envolver com a aula e realizar as atividades.
A Pricilla consegue passar as informações de forma íntegra e pasmem... muita informação eu desconhecia ou aprendi errado. O que não é novidade quando o assunto é o folclore árabe. Por isso que decidi fazer esse curso, é uma das oportunidades de eu reciclar minhas informações, aprender mais e praticar, porque são danças que infelizmente não praticamos com muita frequência porém toda profissional de danças orientais tem a obrigação de conhecer, não digo dançar todas e sim conhecer e dançar as principais e mais populares. Então está ai mais uma sugestão e indicação de curso.
A roupa é um thobe largo e comprido (thobe nashal), com
bordados e enfeites também chamado de galabia... que é usado somente para isso.
E depende muito do tipo de Khaliji...
vamos ver isso?
A Pricilla consegue passar as informações de forma íntegra e pasmem... muita informação eu desconhecia ou aprendi errado. O que não é novidade quando o assunto é o folclore árabe. Por isso que decidi fazer esse curso, é uma das oportunidades de eu reciclar minhas informações, aprender mais e praticar, porque são danças que infelizmente não praticamos com muita frequência porém toda profissional de danças orientais tem a obrigação de conhecer, não digo dançar todas e sim conhecer e dançar as principais e mais populares. Então está ai mais uma sugestão e indicação de curso.
E afinal de contas o que é Khaligi?
Com origem no Golfo Pérsico, é dançada na Arábia Saudita,
Kuwait, Emirados Árabes, Iêmen, Iraque, por homens e mulheres. No Egito há uma
forma de representar essa dança, o que é criticada pelos árabes do Golfo por
não transmitirem a essência. E isso não deixa de ser verdade porque a dança em
si é muito diferente da praticada nos países de origem.
Usa-se movimentos de mãos, braços, pernas, cabelos, pescoço,
ombros, quadril, e os pés marcam constantemente o ritmo, e o mais comum é o
Soudi. Mas há vários outros ritmos assim como há vários tipos de Khaliji.
De acordo com Rossan, o soudi, de origem do Golfo, veio das
marcações que um pescador fazia num instrumento de percussão para as crianças
que mergulhavam para pegar pérolas não perdessem o próprio ritmo e estourassem
os tímpanos. Porque elas tampavam o nariz com pedras, amarravam em torno da
cabeça um pano, e mergulhavam no mar, e o ritmo servia como guia. Por isso que
falam que é a dança das pérolas.
Khalijy é o termo
árabe para ‘golfo’, e também muito chamada de Samra/Samri. Ela é dançada na
Arábia Saudita, motivo pelo qual é conhecida como Saudi. É às vezes chamada de
dança do cabelo, pois ele é usado longo e solto, sendo jogado de um lado para o
outro, em círculos e em oitos. A ênfase dos movimentos é no trabalho delicado
do pé e do torso, além dos gestos de mãos. Há uma batida básica com o pé e
variações de movimentos com o thobe (túnica) e com as mãos.
Esse vídeo é a Aziza arrasando num Khaliji bem tradicional:
Khaliji dos Emirados Árabes
É mais tradicional, com movimentos mais contidos e com o uso
abundante dos cabelos. A Galabia é larga, mas também pode ser mais justa, o que
nos dias de hoje é super comum. Há vários agachamentos, percebe-se nitidamente
o ritmo na música e não há instrumentos eletrônicos e nem modernos nela.
Os homens dançam com o turbante branco mas os movimentos são
com ênfase no pescoço, tronco e pés. Não há o “molejo de tronco” e muito menos
o cabelo.
Olhem esse vídeo que interessante:
Khaliji no Iraque, o Moderno e o que está na Moda
Então é essa a dança folclórica da moda! Mas também é uma
delícia! Não sabia dançá-la até hoje e adorei. E é bem diferente do que todas
imaginam ou tem ideia do que é um Khaliji.
A galabia é justa, com fendas grandes no lado das pernas,
parece mais um vestido de festa com poucos bordados. Os homens não dançam. Não
há muitos movimentos de cabelo e o passo básico delas é bem diferente do
tradicional pezinho na meia ponta atrás: marca frente e lado saltando – nessa dança
saltamos muito, assim como exagera-se nos ombros e nos deslocamentos.
Nesse vídeo dá pra ver bem a diferença:
Outra curiosidade, no Iraque, essa dança serve para as
mulheres arrumarem maridos, acontece que
as senhoras ficam sentadas e apenas as novas dançam, e estas aproveitam
a oportunidade para fazer contatos ou se esibirem para as mais velhas, algumas
responsáveis em arrumar pretendentes para os irmãos, pais, tios e etc, ou
apenas indicar a moça.
Espero que essas informações ajudaram a elucidar ainda mais
sobre o que é o Khaliji. Depois da segunda aula escreverei mais.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Vamos viver o agora
Sempre a morte de alguém jovem e próximo a nós mexe com nossos parâmetros e com as nossas espectativas e aquela frase: Para morrer basta estar vivo - faz um super sentido.
Não sei como, quando e nem que forma que a bailarina de dança de salão, mais especificamente a Bia Siniciato desencarnou, só sei que convivi com ela mais ou menos um ano no Espaço Nakazone, e que essa notícia mexeu comigo.
A gente espera um velho morrer mas nunca um jovem, e mais ainda um jovem cheio de vida, lindo, ativo, com bom coração...
Ai penso:
Não vale a pena perder o seu tempo com problemas, brigas e ressentimentos.
Com tristeza então... nem pensar
Ainda mais trabalhando altas horas ao invés de brincar com seu filho ou andar na rua e pegar um cinema
Ou simplesmente ver a noite chegar...
Nunca deixar o que deve ser feito para amanhã, deve ser o nosso lema
Não deixar de amar, de perdoar, de alegrar, de ajudar, de fazer o bem e mais ainda...
de viver!
O tempo passa muito rápido, não deixemos a nossa vida fluir como um flash
Não vale a pena!
Mais vale aproveitar cada segunda da nossa vida com ações boas
e bons pensamentos
Ao invés de reclamar e amaldiçoar
Vamos tirar um tempo para fazer aquilo que gostamos?
Para aquela viagem dos sonhos?
Ou para aquela mudança de cidade, estado ou simplesmente uma reforma na casa?
Um tempo para as pessoas que amamos
Nunca deixe para fazer algo amanhã
Por que a vida passa muito rápido
E não temos certeza de nada
Muito menos se amanhã continuaremos vivos.
Zahira Nader
Não sei como, quando e nem que forma que a bailarina de dança de salão, mais especificamente a Bia Siniciato desencarnou, só sei que convivi com ela mais ou menos um ano no Espaço Nakazone, e que essa notícia mexeu comigo.
A gente espera um velho morrer mas nunca um jovem, e mais ainda um jovem cheio de vida, lindo, ativo, com bom coração...
Ai penso:
Não vale a pena perder o seu tempo com problemas, brigas e ressentimentos.
Com tristeza então... nem pensar
Ainda mais trabalhando altas horas ao invés de brincar com seu filho ou andar na rua e pegar um cinema
Ou simplesmente ver a noite chegar...
Nunca deixar o que deve ser feito para amanhã, deve ser o nosso lema
Não deixar de amar, de perdoar, de alegrar, de ajudar, de fazer o bem e mais ainda...
de viver!
O tempo passa muito rápido, não deixemos a nossa vida fluir como um flash
Não vale a pena!
Mais vale aproveitar cada segunda da nossa vida com ações boas
e bons pensamentos
Ao invés de reclamar e amaldiçoar
Vamos tirar um tempo para fazer aquilo que gostamos?
Para aquela viagem dos sonhos?
Ou para aquela mudança de cidade, estado ou simplesmente uma reforma na casa?
Um tempo para as pessoas que amamos
Nunca deixe para fazer algo amanhã
Por que a vida passa muito rápido
E não temos certeza de nada
Muito menos se amanhã continuaremos vivos.
Zahira Nader
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
A valorização do nosso trabalho
Tá certo aceitarmos trabalhos sem remuneração, ou com um caché baixo no início da nossa carreira porém, o mercado de artes no geral está literalmente explorando aqueles que se submetem às condições dele. Eu já fiz alguns trabalhos sem pensar na remuneração, mas hoje em dia, prefiro não dançar a me apresentar de graça.
Tem músico em SP, tocando por 30,00 em 3 horas, tocam por couvert, bailarinas que dançam de graça apenas para divulgar seu trabalho ou aceitam dançar por couvert e são obrigadas a levar público. Um verdadeiro absurdo.
Em quanto a arte for vista como sem valor, sem objetivo, sem função pela nossa sociedade não vamos mudar esse cenário. Na verdade deveríamos cobrar normas, regras e leis no DRT, que só nos serve para ter um crédito a mais no currículo.
Em quanto tiver lugares de baixo nível profissional, sem profissionalismo e respeito à bailarinas de danças orientais, o negócio vai continuar do jeito que está.
Em quanto houver bailarinas que dançam em meio a garçons, no meio de barulhos e sonorização ruim e se veem ou vendem seu trabalho como Animadora de Festa, a situação não melhorará.
Em quanto houver artistas que se submetem a essas situações, nunca conseguiremos melhorar esse cenário. O complicado são os empresários, os donos dos estabelecimentos e o público em geral que desvalorizam a arte, mas isso acontece porque os próprios artistas não se valorizam.
Em quanto houver alunas despreparadas que aceitam dançar de graça, e se acharem preparadas para realizarem os shows, o mercado não irá pra frente.
Profissionais de verdade procuram público que valoriza a sua Arte, porque há gente! Mais vale dançar menos e ganhar muito, do que se matar fazendo 3 shows numa noite e ganhar um caché que valha por um.
E professoras... nós somos importantes sim! Por que quem além de nós para ensinar a arte àquelas que desejam aprender ? Merecemos respeito e um bom pagamento por isso!
São certas situações que já me deram vontade de largar a dança, maaas é minha paixão porém, infelizmente não é o meu ganha pão.
Há situações e situações, o importante é nos valorizarmos.
sábado, 28 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Não sei se todos sabem mas não vivo apenas da dança, sou professora, designer, me meto em fotografia e artes plásticas, áreas que nesse ano vou me dedicar muito. Prometi que se for necessário darei menos aulas para estudar mais a prática das linguagens que desenvolvo. E assim...
Mesmo com minha humilde máquina, lá fui eu na quarta tirar fotos pela primeira vez num passeio fotográfico, promovido pelo pessoal do Foto Clube Bandeirantes.
E o resultado é esse:
Mesmo com minha humilde máquina, lá fui eu na quarta tirar fotos pela primeira vez num passeio fotográfico, promovido pelo pessoal do Foto Clube Bandeirantes.
E o resultado é esse:
Nos outros posts, estarei colocando meus outros trabalhos.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
A dançarina
(Almiro Andrade)
Qual a longevidade
da vida
curta se lhe parece
mortal
com traços
definidos
limitou seu passado
e de volta ao
presente
de presente
seu mundo caiu
As mãos soltas no
espaço
em movimentos sutis
revelou traços de
alegria
E a entendem assim
Não sabem porém
que apenas consolam
o que há dentro de
si
No seu próprio
ritmo
fez da dança a
evolução
Se entregou como
parte
e partistes sem
nada dizer
Agora nada mais
Sem ti, sem ninguém
O compasso da
música
na disputa se
transformou
Qual a longevidade
da vida
curta se lhe parece
mortal
Entendeu o
Inevitável
Mudou o cenário
Mudou o cenário
A platéia atenta
se contenta
contempla a emoção
Não viram a mudança
Perdem-se na
fantasia
Suspiro
As mãos tocam o
chão
O silêncio ecoa
Terminou?
Explode-se de novo
na dança
e gira sorrindo
Vê a vitória
surgindo
O Adversário
reconhece
abençoa a decisão
O espetáculo se
eterniza
Qual a longevidade
da vida
agora se lembra
"Sou
imortal"
Copiei esse lindo poema do blog da Yasmine Amar
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
A música do momento é...
Jardim do Éden
Marcelo Jeneci
Qual luar
Sobre a praia para ficar bem
Uh, uh, uh, uh, uh, uh uh
Marcelo Jeneci
Um
coqueiro ali
Um coqueiro lá
Um caminho de pegadas para o mar
Um coqueiro lá
Um caminho de pegadas para o mar
Uma
onda vai
Uma onda vem
Uma onda vem
Uma
sombra voa, outra sombra cai
Então
vem
Pra perto de mim
Pro lado de cá ficar
Pra perto de mim
Pro lado de cá ficar
Qual luar
Sobre a praia para ficar bem
Ao lado
do mar
À beira de quem te quer
Bem feliz
Pra poder agir naturalmente
À beira de quem te quer
Bem feliz
Pra poder agir naturalmente
Uh, uh, uh, uh, uh, uh uh
E eu
Pensando em você
Sonhando um lugar pra nós
Invento a verdade e muito mais
Pensando em você
Sonhando um lugar pra nós
Invento a verdade e muito mais
Xanadu
Shangri-la
Jardim do Éden
Paraisópolis
Shangri-la
Jardim do Éden
Paraisópolis
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
De volta para 2012
O estúdio já está funcionando, voltamos no dia 20/01 com tudo.
Que tal tirar aquelas dúvidas que ainda existem para aquelas pessoas que não conhecem a dança do ventre ou qualquer tipo de dança?
Para começar...
Oferecemos aulas de Dança do Ventre, Jazz, Alongamento e Yoga
Que tal tirar aquelas dúvidas que ainda existem para aquelas pessoas que não conhecem a dança do ventre ou qualquer tipo de dança?
Para começar...
Oferecemos aulas de Dança do Ventre, Jazz, Alongamento e Yoga
Dança do ventre dá barriga?
NÃO. Na época em que esta dança ficou conhecida por nós, há cerca de 25-30 anos atrás, os padrões de beleza eram outros. Inclusive os povos possuem as suas culturas, religiões e verdades bem diferentes um dos outros. As bailarinas da atualidade não possuem a mesma estética das dos anos anteriores. Nenhum exercício físico causa barriga e sim má postura e má alimentação.
NÃO. Na época em que esta dança ficou conhecida por nós, há cerca de 25-30 anos atrás, os padrões de beleza eram outros. Inclusive os povos possuem as suas culturas, religiões e verdades bem diferentes um dos outros. As bailarinas da atualidade não possuem a mesma estética das dos anos anteriores. Nenhum exercício físico causa barriga e sim má postura e má alimentação.
Quem pode praticar Dança do Ventre?Qualquer mulher a partir da adolescência. Aqui temos uma turma para crianças porém o programa é diferenciado tendo ballet, jazz e expressão corporal e não apenas a Dança do Ventre como numa turma de adultos.
A Dança do Ventre tem contra-indicações?
A Dança do Ventre é uma atividade física de baixo impacto, respeitando sempre o limite do corpo e o tempo de aprendizado da aluna. Porém para certos casos e problemas, a aluna deverá fazer um exame médico e avaliação antes de iniciar as aulas: gravidez, hérnia de disco, desvios da coluna vertebral, pressão alta, problemas neurológicos e cardíacos etc.
A Dança do Ventre é uma atividade física de baixo impacto, respeitando sempre o limite do corpo e o tempo de aprendizado da aluna. Porém para certos casos e problemas, a aluna deverá fazer um exame médico e avaliação antes de iniciar as aulas: gravidez, hérnia de disco, desvios da coluna vertebral, pressão alta, problemas neurológicos e cardíacos etc.
Em quanto tempo estarei dançando?
É possível "dançar" já na primeira aula, mas a evolução dependerá da realidade, do tempo de dedicação, estudo e "facilidade" da aluna. É impossível estabelecer um tempo certo para o aprendizado. Tudo dependerá do seu envolvimento e dedicação. Em média é possível dançar o básico da Dança do Ventre em 1 ano, reproduzindo coreografias ou já começando a criar suas próprias. E para se tornar uma profissional no mínimo 4 anos.
É possível "dançar" já na primeira aula, mas a evolução dependerá da realidade, do tempo de dedicação, estudo e "facilidade" da aluna. É impossível estabelecer um tempo certo para o aprendizado. Tudo dependerá do seu envolvimento e dedicação. Em média é possível dançar o básico da Dança do Ventre em 1 ano, reproduzindo coreografias ou já começando a criar suas próprias. E para se tornar uma profissional no mínimo 4 anos.
O Estúdio oferece certificado às alunas?
SIM. Em toda mudança de nível será entregue um certificado, que atesta a conclusão de determinado nível. E nos workshops e eventos que acontecerão no estúdio também entrega-se os certificados.
SIM. Em toda mudança de nível será entregue um certificado, que atesta a conclusão de determinado nível. E nos workshops e eventos que acontecerão no estúdio também entrega-se os certificados.
Como posso dar aulas de dança do ventre e me tornar uma bailarina profissional?
Os certificados não possibilitarão à você dar aulas de dança do ventre mas sim dançar profissionalmente assim que concluir o nível avançado. Para dar aulas é necessário fazer os cursos de profissionalização, workshops de especialização para bailarinas, possuir as aprovações necessárias e estudar sempre, porque a dança é uma atividade que exige sua dedicação total.
Os certificados não possibilitarão à você dar aulas de dança do ventre mas sim dançar profissionalmente assim que concluir o nível avançado. Para dar aulas é necessário fazer os cursos de profissionalização, workshops de especialização para bailarinas, possuir as aprovações necessárias e estudar sempre, porque a dança é uma atividade que exige sua dedicação total.
O Estúdio oferece festas periódicas às alunas?
Realizamos saraus para as alunas habituarem a dançarem em público, e realizamos sempre um espetáculo de fim de ano. Para as alunas mais adiantadas, há a possibilidade de se apresentar com a Zahira em alguns bares, restaurantes e eventos para praticar e melhorar sua dança. O ensino na prática!
Realizamos saraus para as alunas habituarem a dançarem em público, e realizamos sempre um espetáculo de fim de ano. Para as alunas mais adiantadas, há a possibilidade de se apresentar com a Zahira em alguns bares, restaurantes e eventos para praticar e melhorar sua dança. O ensino na prática!
Qual a melhor roupa para dançar?
Pés descalços, meias ou sapatilha; uma roupa confortável, uma malha, um top, ou camiseta, uma bata e etc. A melhor roupa é aquela que te deixa à vontade para as atividades.
Afinal de contas, o que é o Jazz?Importante forma de expressão artística, o jazz recebeu influências de diversos estilos e princípios técnicos do ballet e dança contemporânea. Algumas de suas variações são chamadas de Modern Jazz Dance, Soul Jazz, Rock Jazz, Jazz de Rua, Free Style e outros.Diz-se que o Jazz tem raízes essencialmente populares e tem sua origem nos Estados Unidos junto com o próprio ritmo Jazz.
Quem pode participar das aulas de jazz? Tem uma idade certa?
Todos podem participar, aqui no estúdio as turmas são formadas por adultos: homens e mulheres de qualquer idade podem praticar o Jazz. Na quinta-feira a uma turma voltada para o público infantil.
E o alongamento, o que seria e qual a sua importância?Alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior sua flexibilidade.Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade. Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.
sábado, 24 de dezembro de 2011
Leila Sugahara, Simone Garcia (eu Zahira) e Marcos Yamada falam sobre “Cultura e Movimento” no Fórum Municipal de Educação em Ilhabela
Li agora a matéria e amei!!
Fiquei muito feliz com o convite e com a participação nesse fórum e claro com o feedback. Nós educadores envolvidos de verdade com a educação nunca devemos deixar de acreditar em nós mesmos, nas mudanças e na própria educação.
Infelizmente no Brasil há poucos envolvidos que se dedicam e poucos reconhecimentos. Mas... não é para qualquer um essa profissão maravilhosa que é a do professor.
Gosto do que faço e ano que vem novos projetos virão!!
Vou postar a matéria na íntegra que está nesse link: Segundo dia de Fórum - escrita por Iara Mola
Oito de dezembro. Uma nova manhã se anunciara bela no belo azul do céu da Ilha. No espaço localizado em frente à Praia Grande, faltavam aproximadamente quinze minutos para começar o segundo dia do Fórum Municipal de Educação no arquipélago. Boa parte do público já se encontrava no Centro Educacional e Cultural de Ilhabela, e se podiam ver tantos outros professores chegarem, cada um deles sendo recepcionado logo à entrada com um saboroso café da manhã.
Do lado de dentro do CEC, onde pouco a pouco o público se acomodava, também estavam presentes a Secretária de Educação, Lidia Sarmento de Lima, e os três convidados para a realização do Fórum naquela data, cujas exposições versariam a respeito do tema “Cultura e Movimento”, cada qual a partir da sua área de formação e de atuação profissional.
Assim, a primeira palestrante, que é pedagoga, doutoranda em Psicologia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), especializada em Musicalização Infantil – tema da sua conferência –, foi a professora Leila Sugahara, cuja apresentação, estimada em trinta minutos, abordou, especificamente, a música e o desenvolvimento integral da criança, tendo em vista o potencial educativo da música, capaz de desenvolver o raciocínio, a criatividade e tantos outros dons e aptidões, sem que a sua aprendizagem esteja necessariamente associada à formação técnica de músicos (essa é somente uma das suas tantas possibilidades).

Na sequência, quem passou à palavra foi a professora de dança Simone Cristina Garcia, pós-graduada em Psicopedagogia pela Faculdade Fortaleza e em Linguagem das Artes pela Universidade de São Paulo (USP), licenciada pela Belas Artes, professora no SENAC nos cursos de Comunicação Digital, Comunicação Visual e Multimídia e professora de Artes na prefeitura de São Paulo. Com o tema “Dança Educativa”, a sua abordagem específica contemplou o desenvolvimento da linguagem corporal, considerando, entre outros aspectos, a importância de que sejam melhor trabalhadas nas crianças as suas consciências corporal e espacial, apontando o movimento e/ou a própria dança como valiosos recursos de que os educadores podem se utilizar na sala de aula a fim de propiciar aos seus alunos conhecimentos diversos, incluindo-se aí aqueles relativos a outras disciplinas, como é o caso, até mesmo, da Matemática.

Já o terceiro e último palestrante, para o qual estavam dedicados os trinta minutos antes do intervalo de quinze minutos, de acordo com a programação, foi um empresário de destaque no que se refere à comercialização de produtos desenvolvidos para a prática do tênis de mesa: Marcos Yamada. Além de proprietário da Itaim Keiko Promoções e Eventos e da Butterfly of Latin America – representante exclusivo da marca no Brasil e em mais catorze países da América Latina (maior empresa do mundo de materiais de TM) –, Yamada é também, entre outras relevantes atuações, coordenador de eventos da FPTM (Federação Paulista de Tênis de Mesa), comentarista da TV ESPN-BRASIL (desde 1996) e consultor em vários outros clubes de São Paulo, para os quais leva toda a sua experiência como praticante desse esporte (atleta de 1971 a 1984), por meio do qual conquistou grandes vitórias, tornando-se, por exemplo, heptacampeão paulista, bicampeão brasileiro intercolonial e vice-campeão latino-americano.
Desta forma, o foco da sua participação no Fórum estava atrelado à visão da prática esportiva como um recurso por intermédio do qual também é possível formar a criança (“O Tênis de Mesa e a Criança”), alcançando-se uma série de benefícios na sua educação como um todo.

Da esq. p/ a dir.: o editor da Forma Escrita, Daniel Barone, a assessora de comunicação da Forma Escrita, Samara Fernanda, a gestora técnica da Forma Escrita, Vanessa Lima, a palestrante Simone Cristina Garcia, a redatora da Forma Escrita e mediadora do evento neste dia, Iara Mola, o palestrante Marcos Yamada, a palestrante Leila Sugahara e a Secretária de Educação de Ilhabela, Lidia Sarmento de Lima

Fora do palco e mais perto do público, Sugahara foi logo surpreendendo pela facilidade com que conseguia transmitir conceitos de música que – via de regra – são essencialmente complexos, mas que, ao longo da sua fala, pareciam ser mesmo um conhecimento comum a todos, do qual faltava tão-somente um pouco mais de apropriação. Então, nada de se dizer por aí que não se sabe cantar, ou, então, que não se entende coisa alguma de música! Todo mundo canta e todo mundo entende um pouco de música, que não precisa ser algo complicado para ser belo e fazer bem.

Conquanto as palestras tivessem sido preparadas individualmente pelos convidados para o Fórum, tinha-se a impressão de que as mesmas fossem a sequência lógica uma da outra, tamanha a conexão entre as abordagens, que nada mais revelavam do que a própria sintonia entre os palestrantes, conforme registramos na publicação anterior. Deste modo foi que, com doçura, Simone Cristina Garcia apresentou a construção de um raciocínio a respeito da dança de tal maneira que ninguém que a acompanhou pode, depois disso, continuar a afirmar com convicção que não sabe dançar (ou que, conforme a explanação da conferencista anterior, não sabe cantar), haja vista que, aqui, novamente, a dança não é apresentada no sentido de formar bailarinos. “Para dançar não é necessário que se saibam técnicas; isso vale para quem quer se profissionalizar”, afirmou Simone. E, a exemplo da liberdade tomada pela Leila Sugahara, que desceu do palco para interagir com o público, a professora de dança também foi logo tirando as sandálias, sentindo-se mais à vontade e propondo a todos uma automassagem, a começar pelo rosto.

Embora a sua fala parecesse apresentar um tom a mais de objetividade, Marcos Yamada emocionou a plateia ao longo da sua exposição. Retomando a catástrofe ocorrida no Japão neste ano (terremoto), o modo como os japoneses foram (e continuam sendo) capazes de superá-la, a sua concepção a respeito de honra e disciplina, assim como o modelo de aprendizagem japonês, Yamada, falou sobre o esporte (e, em especial, sobre a prática do tênis de mesa) com propriedade, como um recurso a partir do qual também podem ser apreendidos (e praticados) outros tantos valores extremamente importantes, como, por exemplo, o respeito.
Na sequência, após o intervalo de quinze minutos, no qual voltou a oferecer-se o café, passou-se ao debate com os palestrantes, a partir de perguntas elaboradas pela mediadora, Iara Mola, e também pelo público.
Tanto na parte da manhã quanto na parte da tarde, quando a programação se repetiu visando a propiciar aos educadores da rede deste período a mesma oportunidade de assistir às apresentações, a participação geral foi bastante significativa.
Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre os trabalhos realizados pelos convidados do dia 8, seguem os endereços eletrônicos nos quais tais informações podem ser visualizadas:
Lembramos que, atendendo aos pedidos dos professores, e conforme nos comprometemos a registrar, o nosso espaço está aberto para que outras perguntas e/ou comentários possam ser apresentados, dando-se continuidade ao Fórum Municipal de Educação em Ilhabela num formato on-line.
Participe!
Fiquei muito feliz com o convite e com a participação nesse fórum e claro com o feedback. Nós educadores envolvidos de verdade com a educação nunca devemos deixar de acreditar em nós mesmos, nas mudanças e na própria educação.
Infelizmente no Brasil há poucos envolvidos que se dedicam e poucos reconhecimentos. Mas... não é para qualquer um essa profissão maravilhosa que é a do professor.
Gosto do que faço e ano que vem novos projetos virão!!
Vou postar a matéria na íntegra que está nesse link: Segundo dia de Fórum - escrita por Iara Mola
Oito de dezembro. Uma nova manhã se anunciara bela no belo azul do céu da Ilha. No espaço localizado em frente à Praia Grande, faltavam aproximadamente quinze minutos para começar o segundo dia do Fórum Municipal de Educação no arquipélago. Boa parte do público já se encontrava no Centro Educacional e Cultural de Ilhabela, e se podiam ver tantos outros professores chegarem, cada um deles sendo recepcionado logo à entrada com um saboroso café da manhã.
Do lado de dentro do CEC, onde pouco a pouco o público se acomodava, também estavam presentes a Secretária de Educação, Lidia Sarmento de Lima, e os três convidados para a realização do Fórum naquela data, cujas exposições versariam a respeito do tema “Cultura e Movimento”, cada qual a partir da sua área de formação e de atuação profissional.
Assim, a primeira palestrante, que é pedagoga, doutoranda em Psicologia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), especializada em Musicalização Infantil – tema da sua conferência –, foi a professora Leila Sugahara, cuja apresentação, estimada em trinta minutos, abordou, especificamente, a música e o desenvolvimento integral da criança, tendo em vista o potencial educativo da música, capaz de desenvolver o raciocínio, a criatividade e tantos outros dons e aptidões, sem que a sua aprendizagem esteja necessariamente associada à formação técnica de músicos (essa é somente uma das suas tantas possibilidades).

Na sequência, quem passou à palavra foi a professora de dança Simone Cristina Garcia, pós-graduada em Psicopedagogia pela Faculdade Fortaleza e em Linguagem das Artes pela Universidade de São Paulo (USP), licenciada pela Belas Artes, professora no SENAC nos cursos de Comunicação Digital, Comunicação Visual e Multimídia e professora de Artes na prefeitura de São Paulo. Com o tema “Dança Educativa”, a sua abordagem específica contemplou o desenvolvimento da linguagem corporal, considerando, entre outros aspectos, a importância de que sejam melhor trabalhadas nas crianças as suas consciências corporal e espacial, apontando o movimento e/ou a própria dança como valiosos recursos de que os educadores podem se utilizar na sala de aula a fim de propiciar aos seus alunos conhecimentos diversos, incluindo-se aí aqueles relativos a outras disciplinas, como é o caso, até mesmo, da Matemática.

Já o terceiro e último palestrante, para o qual estavam dedicados os trinta minutos antes do intervalo de quinze minutos, de acordo com a programação, foi um empresário de destaque no que se refere à comercialização de produtos desenvolvidos para a prática do tênis de mesa: Marcos Yamada. Além de proprietário da Itaim Keiko Promoções e Eventos e da Butterfly of Latin America – representante exclusivo da marca no Brasil e em mais catorze países da América Latina (maior empresa do mundo de materiais de TM) –, Yamada é também, entre outras relevantes atuações, coordenador de eventos da FPTM (Federação Paulista de Tênis de Mesa), comentarista da TV ESPN-BRASIL (desde 1996) e consultor em vários outros clubes de São Paulo, para os quais leva toda a sua experiência como praticante desse esporte (atleta de 1971 a 1984), por meio do qual conquistou grandes vitórias, tornando-se, por exemplo, heptacampeão paulista, bicampeão brasileiro intercolonial e vice-campeão latino-americano.
Desta forma, o foco da sua participação no Fórum estava atrelado à visão da prática esportiva como um recurso por intermédio do qual também é possível formar a criança (“O Tênis de Mesa e a Criança”), alcançando-se uma série de benefícios na sua educação como um todo.

Da esq. p/ a dir.: o editor da Forma Escrita, Daniel Barone, a assessora de comunicação da Forma Escrita, Samara Fernanda, a gestora técnica da Forma Escrita, Vanessa Lima, a palestrante Simone Cristina Garcia, a redatora da Forma Escrita e mediadora do evento neste dia, Iara Mola, o palestrante Marcos Yamada, a palestrante Leila Sugahara e a Secretária de Educação de Ilhabela, Lidia Sarmento de Lima
Dados o cumprimento da Secretária de Educação, a veiculação de um gracioso vídeo – no qual se compartilhava um belo registro daquilo que vem sendo trabalhado com as crianças nas escolas da rede pública de ensino de Ilhabela – e a apresentação da mediadora, Iara Mola, esta chamou os três conferencistas ao palco, já cuidadosamente preparado para a realização do evento no formato em que foi idealizado. Já no palco, Leila Sugahara, sempre com muita simpatia, compartilhou a sua “necessidade” de interagir com a plateia; para tanto, precisava estar um pouco mais perto de todos – e foi o que fez.

Fora do palco e mais perto do público, Sugahara foi logo surpreendendo pela facilidade com que conseguia transmitir conceitos de música que – via de regra – são essencialmente complexos, mas que, ao longo da sua fala, pareciam ser mesmo um conhecimento comum a todos, do qual faltava tão-somente um pouco mais de apropriação. Então, nada de se dizer por aí que não se sabe cantar, ou, então, que não se entende coisa alguma de música! Todo mundo canta e todo mundo entende um pouco de música, que não precisa ser algo complicado para ser belo e fazer bem.

Conquanto as palestras tivessem sido preparadas individualmente pelos convidados para o Fórum, tinha-se a impressão de que as mesmas fossem a sequência lógica uma da outra, tamanha a conexão entre as abordagens, que nada mais revelavam do que a própria sintonia entre os palestrantes, conforme registramos na publicação anterior. Deste modo foi que, com doçura, Simone Cristina Garcia apresentou a construção de um raciocínio a respeito da dança de tal maneira que ninguém que a acompanhou pode, depois disso, continuar a afirmar com convicção que não sabe dançar (ou que, conforme a explanação da conferencista anterior, não sabe cantar), haja vista que, aqui, novamente, a dança não é apresentada no sentido de formar bailarinos. “Para dançar não é necessário que se saibam técnicas; isso vale para quem quer se profissionalizar”, afirmou Simone. E, a exemplo da liberdade tomada pela Leila Sugahara, que desceu do palco para interagir com o público, a professora de dança também foi logo tirando as sandálias, sentindo-se mais à vontade e propondo a todos uma automassagem, a começar pelo rosto.

Embora a sua fala parecesse apresentar um tom a mais de objetividade, Marcos Yamada emocionou a plateia ao longo da sua exposição. Retomando a catástrofe ocorrida no Japão neste ano (terremoto), o modo como os japoneses foram (e continuam sendo) capazes de superá-la, a sua concepção a respeito de honra e disciplina, assim como o modelo de aprendizagem japonês, Yamada, falou sobre o esporte (e, em especial, sobre a prática do tênis de mesa) com propriedade, como um recurso a partir do qual também podem ser apreendidos (e praticados) outros tantos valores extremamente importantes, como, por exemplo, o respeito.
Na sequência, após o intervalo de quinze minutos, no qual voltou a oferecer-se o café, passou-se ao debate com os palestrantes, a partir de perguntas elaboradas pela mediadora, Iara Mola, e também pelo público.
Tanto na parte da manhã quanto na parte da tarde, quando a programação se repetiu visando a propiciar aos educadores da rede deste período a mesma oportunidade de assistir às apresentações, a participação geral foi bastante significativa.
Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre os trabalhos realizados pelos convidados do dia 8, seguem os endereços eletrônicos nos quais tais informações podem ser visualizadas:
• Leila Sugahara: http://www.rededuc.com/;
• Simone Cristina Garcia: http://zahiranader.yolasite.com/; http://www.zahira-nader.blogspot.com/; http://www.sipoulain.blogspot.com/;
• Marcos Yamada: http://www.bty.com.br/yamada.php;
• Iara Mola: http://iaramolaescritora.blogspot.com/.
• Simone Cristina Garcia: http://zahiranader.yolasite.com/; http://www.zahira-nader.blogspot.com/; http://www.sipoulain.blogspot.com/;
• Marcos Yamada: http://www.bty.com.br/yamada.php;
• Iara Mola: http://iaramolaescritora.blogspot.com/.
Lembramos que, atendendo aos pedidos dos professores, e conforme nos comprometemos a registrar, o nosso espaço está aberto para que outras perguntas e/ou comentários possam ser apresentados, dando-se continuidade ao Fórum Municipal de Educação em Ilhabela num formato on-line.
Participe!
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