sexta-feira, 15 de julho de 2011
Reportagem sobre Dança no Canal Brasil
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Apresentação no Belly Dance Nights
Na próxima que será em agosto levarei minhas alunas do Básico / Inter, para a maioria das meninas será a primeira apresentação delas e com certeza será um sucesso, porque estamos trabalhando juntas para isso.
Então... lá vai meu vídeo, com direito a um final bem brasileiro: Show é show!
terça-feira, 5 de julho de 2011
Afinal de contas: o que é dança do ventre?
A verdade é que ninguém sabe, e o que dançamos hoje é uma dança que acreditamos ser Dança do Ventre - loucura! E nesses momentos lembro da frase do grande Nelson Rodrigues "A unanimidade é burra"! Pois é... odeio as verdades absolutas e as inflexibilidades das reflexões sobre algum assunto.
Na minha opinião é chover no molhado, e todos estão errados, aquelas que querem e lutam por uma dança do ventre limpa, pura, árabe, oriental e sem ballet ou qualquer outra influência - assim como aquelas que lutam pela fusão incorporando todo tipo de dança na nossa dança do ventre.
Vamos refletir:
Somos seres humanos inseridos numa cultura, e numa sociedade, senão seríamos todos Tarzans, Moglis e etc, nesse ponto vale lembrar que há uma diversidade cultural que são produzidas aqui por nós como também é trazida através dos meios de comunicação, graças à internet e globalização isso acelerou muito.
E nós próprios somos seres tão complexos, multis (como falo), com estilos e opiniões próprios e com um caminho que só nós sabemos... o artista possui uma busca, que só ele sabe, as vezes se perde, erra... mas é um processo importante e nunca chegará no fim.
Como podemos punir o artista que experimenta? Que busca seu estilo? Que estuda e deseja encontrar a perfeição?
Lembrei do que o Jorge Sabongi sempre fala: todo artista precisa de direção - é... senão a nossa viagem é muito grande e nunca voltamos né?! Mas isso é assunto pra um outro post.
Dessa forma, nem defendo as que querem uma dança do ventre pura, nem as que lutam pelas fusões. Defendo o artista que estuda, é serio, e cria seu estilo próprio de trabalho. Perceberam que nem entrei no termo bailarina? Estou usando artista!
Antes de ser uma bailarina, sou uma artista, porque estudo história da arte, da dança, das culturas e etc. Acho que isso é importante para mim e é a minha busca.
E toda esses baletts que vemos hoje na dança do ventre, veio com Saida e ela mesma afirma que foi uma fusão, ou seja não é apenas dança do ventre. As bailarinas que se encontram nesse estilo vão segui-la, mas não dá para pegar o que é lindo nesse estilo e acrescentar no seu?
Ela é linda, todas as brasileiras quando a viram queriam ser como ela, dançar como ela, não é verdade?! Virou uma febre e para mim o problema está em outras questões!
Gamal Seif, Yousry Sharif, Lulu Sabongi, Elis Pinheiro, Aysha Almée, Aziza, Randa, Kahina, Jullina, Amara, e outros mestres e mestras usam de forma equilibrada os arabesques, giros, braços... tudo tem que ter equilíbrio!
Não vamos colocar um passé em andeor, saltos, jetés né? A não ser que seja uma dança moderna... por que não? Tudo tem limite e bom senso!
Eu gosto dessa mistura, porque para mim acrescenta e me enriquece como pessoa e artista. Já fui daquelas que subia bem meus arabesques, hoje deixo -os mais baixos, uso braços bem diferentes para fugir desse paradigma. Estou numa outra "onda" mas não condeno meu passado.
Mas quando decido dançar um chorinho, uma sonata ou samba... mudo totalmente meu estilo. O público gosta e eu gosto!
Vamos parar de hipocrisia e respeitar as diferenças. Saber analisar! É claro que conseguimos diferenciar a bailarina que dança dança do ventre com influências positivas e as que dançam uma dança moderna com influência da dança do ventre.
Vamos usar o bom senso! Nossa cultura não pára, a cultura do corpo não pára, e só vamos parar quando o mundo acabar!
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Estarei no E-Ventre
quinta-feira, 3 de março de 2011
Uma imagem de dança
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Dança do ventre: use a sensualidade para alcançar boa forma Pernas, braços, glúteos e barriga são trabalhados durante a prática

Vou copiar uma matéria que é interessante apesar de uma informação forçada... que comentarei no final. Vamos ver quem adivinha?
Dança do ventre: use a sensualidade para alcançar boa forma
Pernas, braços, glúteos e barriga são trabalhados durante a prática
Kelly dos Reis Cavalcanti ensina duas turmas por semana na escola de dança Laura Flores em Florianópolis. Já no início da aula, é possível perceber que um corpo saudável e atraente combina muito bem com sorriso e leveza de espírito.
Além da questão aeróbica, muito ritmo e exercícios intensos de quadril, pernas, braços e cintura, a dança do ventre exige sensualidade. "Em função da correria da vida, deixamos de lado esse importante aspecto, mas com a dança a sensualidade volta", afirma a professora.
Para quem nunca tentou, é importante estar disposto a se descobrir. "A dança do ventre funciona também como uma terapia", afirma Kelly. Muitos dos exercícios são realizados diante do espelho, você em contato com a sua projeção. E nisto surgem as roupas que cumprem vários papéis. "As moedas em torno dos quadris servem de guia para saber se o movimento está sendo realizado corretamente". Além disso, a sensação de fazer parte de uma fantasia proporciona um distanciamento para que a mulher se entregue aos movimentos sem medo ou vergonha de si mesma ou dos outros.
Os movimentos, por não serem comuns a nossa cultura, assim como a música, as roupas e as coreografias, exigem uma presença atenta para que o exercício possa ser realizado com competência. E é aí que a modalidade ganha adeptas de todas as faixas etárias. Sem contra indicação, a dança do ventre pode ser realizada por qualquer mulher que queira se conhecer, colocar o corpo para mexer e descobrir formas ainda mais femininas.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
A dança do ventre para as crianças

A dança do ventre deve ou não deve ser praticada por crianças?
Na minha opinião: sim, mas a partir dos 7 ou 8 anos e com vários cuidados e atenções.
Tenho uma aluna de 9 anos e aceitei o desafio por amar crianças, e também por saber dos cuidados necessários com o corpo e o psicológico dela. E desejo dividir um pouco essa experiência que está sendo maravilhosa.
Primeiro, foquei as aulas na expressão corporal, no folclore árabe, na correção de postura e nos passos que não estimula sensualidade e a sexualidade. Minhas aulas possuem desde balé, dança livre, Laban e a dança do ventre. Sempre estimulando o lúdico: ensinando com brincadeiras, interagindo com a cultura árabe e com a nossa também (cirandas, cantos e etc)
Longe de ensinar 8s, camelos, ondulações ... além de estimular a sexualidade, pode adiantar a mestruação, e a menina virar "mulher" de uma hora pra outra. E assim como o balé, é importante prestar atenção no desenvolvimento do corpo, que ainda não está "formado", respeitar os limites e sempre corrigir uma má postura.
Assim como as outras danças, se a menina praticar desde cedo ela terá mais controle e consciência do seu corpo, será mais flexível, possuíra musicalidade e uma boa percepção musical.
A minha aluna Nicole, está dançando com pandeiro, se expressando com a dança educativa do Laban, se divertindo com os contos árabes, fazendo shimies, básicos, tremidinhos e etc e dando muitas cambalhotas.
"Nos países árabes, assim como em outras culturas, os encontros foram e continuam sendo regados de música e dança como mostram os estudos de ciências como arqueologia e antropologia.Os relatos antigos nos falam do encantamento dos faraós e califas com os cânticos de lindas mulheres com suas vozes suaves, das festas regadas com canções e danças que maravilhavam os nobres nos palácios medievais e tantos outros mais.
A origem da dança do ventre geralmente está associada ao culto da fertilidade e as religiões que cultuavam a grande Deusa Ísis no antigo Egito. No entanto, não há certeza absoluta da sua origem. O certo é que a dança do ventre foi ultrapassando as fronteiras e há registros de sua presença em festas nas cortes do império romano, na Turquia, na Grécia e a viagem prossegue num ciclo universal. A família musical árabe é rica em ritmos que transmitem vibrações energéticas permeadas de arte, cultura e espiritualidade. Entre em sintonia com a dança do ventre e mergulhe nesse universo de beleza e alegria."
Estou de acordo com o Jorge Sabongi, que a melhor idade aos 16 anos, mas se o curso for preparado para cada faixa etária, com uma programação especial para cada uma, não vejo mal algum se a menina começar a dançar a partir dos 7 anos.
"Crianças tem uma facilidade incrível na absorção de conhecimentos. Ao pensar em oferecer a criança aulas de dança do ventre, lembre-se de respeitar os limites da idade e de aproveitamento de acordo com a faixa etária de sua filha.
O exagero na crítica pode apagar a espontaneidade e o prazer da menina. Talvez valha mais a pena, oferecer uma oportunidade para que ela apenas se divirta e descubra aos poucos este novo universo. A brincadeira em sala de aula e a exploração de seus horizontes corporais podem oferecer muitas possibilidades saudáveis para nossas filhas adolescentes.
Esta dança estimula a sensualidade e a sexualidade; vale a pena observar cuidadosamente estes pontos e trabalhar em harmonia para não oferecer estímulos precoces a respeito desses aspectos, muito cedo, na infância.
Portanto, mantenha limites no aprendizado e redobre a atenção, conversando sempre, e, se mantendo próxima o suficiente, para que sua filha possa estabelecer a tão necessária intimidade entre vocês.
Na minha opinião, classes deveriam ser organizadas levando em consideração a faixa etária das alunas. Muitas iniciam seu aprendizado aos doze anos mas, eu pessoalmente, considero a idade ideal, por volta dos dezesseis anos."
fontes:
magia feminino
Khan el Khalili
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Afinal o que é o Arabian Cabaret
Um afronto à cultura árabe? Um projeto sem pé nem cabeça? Um grupo levado ao modismo?Nada disso, e é tão bom quando as pessoas comentam depois que assistem e conhecem as coisas...
mas para tirar as dúvidas e resumindo bem, o Arabian Cabaret é um projeto, pra mim já é um espetáculo rs, que mistura dança do ventre, outras danças com o new burlesque - e nessa mistura há uma nova criação, uma nova linguagem, performances que vão da dança do ventre tradicional, para o can can francês, pro tribal, e etc.
Tudo com muita pesquisa, com profissionais qualificados trabalhando e dedicação séria para criar um Cabaré Árabe com estilo, bom gosto, um espetáculo diferenciado e ousado, sem ser de mau gosto, pobre e sem contexto.
E há também a cia BelleCabaret, já há um pocket show que estreiou nesse sábado passado no Fuzarca e foi muito bom, o resultado super positivo, o público apreciador de arte adorou e voltamos pra casa felizes e satisfeitas.
Acredito nele, sei que o projeto é bom e é por isso que estou participando. Então é o que digo, preservar o tradicional, a origem, estudar tudo e criar novas linguagens, não há nada de errado nisso desde que seja bem feito. E estamos fazendo bonito!!
E depois que assisti os show da FIEL na Luxor, percebi que o público está querendo shows diferentes, podemos dançar a essência da dança do ventre, como também dançar algo moderno, bonito e ousado. É o caso dos show da Angeles... goste ou não, ela arrasa! Ela e a Saida estão bebendo da fonte do vintage e criando novos shows. E claro que não esqueçamos da Luana Mello, que com sua Troupe Esotik inovando a nossa dança.

Simplesmente é uma nova forma de ver a dança, a arte e não há nada de errado nisso!
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Um artigo publicado
Finalmente meu texto sobre Estilo foi publicado no site da Central de Dança do Ventre, ele foi selecionado desse blog mesmo.
Entre por aqui no link e confiram!
Central de Dança do Ventre




