sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Próximos show e aula aberta
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Nova turma de Dança do Ventre
domingo, 30 de junho de 2013
Aula Aberta de Dança do Ventre
Mais informações: (11) 4445-4274 ou pelo e-mail zahiranader@gmail.com
Venha conhecer sem compromisso.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Elenco de "Passagem" parte 1
Déborah Valério, Bailarina Internacional pela Bellydance Brasil e La Maison de L’Artiste no Líbano desde 2003. Bacharel em Dança e Ed. Física , com mais de 16 anos de carreira, tem 6 anos de carreira pelos palcos dos países árabes.Condecorada Primeira bailarina árabe do Circuito CIAD (argentina) em 2010.
Deborah e referência em estilo libânes no Brasil.
Diretora, professora e coreografa do Studio Deborah Valério-SDV, um projeto no qual utiliza sua bagagem cultural e acadêmica de uma forma exclusiva através de suas aulas, eventos e cursos,onde convida grandes nomes da danca nacional a fusionar e trocar informações enriquecendo a divulgação da dança árabe.
Erica Seccato e integrante do corpo de baile Elis Pinheiro do Espetáculo Passagem.Erica teve seu primeiro contato com a dança do ventre em 2001. Desde então participou de cursos e workshops com os profissionais nacionais e internacionais mais renomados da área. Em 2011 começou a atuar profissionalmente como professora e bailarina. Foi solista do Espetáculo do Estúdio Elis Pinheiro e participou do corpo de baile convidado do Espetáculo de Despedida do Brasil da Bailarina. Atualmente realiza shows em eventos corporativos e se apresenta ao lado do cantor Tony Mouzayek nas noites árabes de São Paulo.
www.ericaseccato.com.br
Olívia Zarpellon e integrante do corpo de baile Elis Pinheiro, do Espetáculo PASSAGEM.Teve seu primeiro contato com a Dança do Ventre em 2006. Realizou inúmeros workshops com grandes mestres, além de cursos de Formação e Especialização com Elis Pinheiro, Aziza Mor e Priscilla Samra. Integrou o corpo de baile do Show de Despedida do Brasil de Elis. Em 2012, representou o Estúdio Elis Pinheiro no Show de Gala do São Paulo Bellydance Festival, participou do DVD “Expressão Corporal” de Aziza Mor e iniciou seu trabalho como professora assistente nas turmas de Aziza, na Shangrila House.
Angélica Lacerda é integrante do corpo de baile Elis Pinheiro, do Espetáculo Passagem.Iniciou seus estudos na dança em 2007 com Nandhara Kaaran. Após uma pausa, retornou às aulas com Célia Yohanna em 2008, proporcionando-lhe a oportunidade de estagiar como professora em suas turmas em 2010, mesmo ano em que passou a ministrar aulas. Em 2011 concluiu os cursos de Formação Profissional de Professoras de Dança do Ventre com Elis Pinheiro, Especialização em Técnicas de Quadril com Aziza Mor-Said e formou-se Técnica em Dança pela ETEC de Artes (Centro Paula Souza). Foi aluna de Elis Pinheiro, Hadara Nur, e Mahaila El Helwa (2011/2012) e participou de diversos cursos e workshops com grandes nomes da dança (nacionais e internacionais).
domingo, 24 de março de 2013
Qual a essência da dança oriental?
A minha última aula com a Munira veio a calhar com o que havia escrito no último post, como não são acasos e sim sintonias quando escolhemos nossas professoras e amigas da dança no modo geral. Ela simplesmente parou a aula, que é de baladi e nos falou: meninas, qual é a verdadeira essência da Dança do Ventre? - e já respondeu: É seduzir, e levar o público aos sonhos.É claro que não é a sedução vulgar, aquela que é para deixar qualquer homem louco por você e sem desgrudar os olhos nos insinuamos com os movimentos, mas sim aquela de levar as pessoas ao delírio com a nossa dança, com os movimentos suaves, sem esquecer a natureza oriental da dança do ventre.
Isso me fez retornar quando eu fiz a minha primeira aula, usava uma saia indiana, um lencinho, estava com os olhos maquiadas e me sentia a mulher mais sensual e linda do mundo, apenas fazendo os 8s e shimies, sem nenhum atifício... e também me fez lembrar de uma aluna minha que arrasou em seu solo, no ano passado por ela transmitir todo o mistério que envolve a nossa dança e por apresentar com passos limpos... será que a técnica sem a essência tem o mesmo efeito?
Então, a Munira (preciso citar ela, porque seria um plágio) nos deu grandes lições que só quem tem a experiência pode dar:
- Acreditar no que faz, não entrar pedindo desculpa por dançar;
- Olhar para as pessoas, saber que você dança para elas, mesmo no palco devemos olhar sempre;
- Ser sensual, "molinha" e dançar gostoso, curtindo, para a sua dança ser "delícia";
- Pensar sempre no percurso dos braços e cabeça para sua dança não engessar;
- Ter técnica mas nunca esquecer da essência da sedução;
- Não perder nunca o imaginário árabe: mistério, sedução, beleza;
- Sua dança reflete o que você é, não imite os outros e dance o que você gosta e o que faz parte de você. Essa achei o máximo, porque dessa forma seu taksim, o seu baladi e qualquer performance será verdadeira;
- A dança do ventre tem que ter quadril;
Eu já estava no meu processo de mudança, com essas informações e as aulas eu já mudei demais o meu panorama, e assim gente... não é deixar de fazer arabesques que sua dança será mais oriental... isso é besteira, porque já sabemos que esse passo é oriental e o balé pegou "emprestado". A sua dança vai se tornar mais oriental no momento que você mudar o seu conceito e dançar com novos olhares, quando mudar a sua postura e entender o que é dança do ventre!Temos que estudar, aprimorar nossas técnicas, podemos sim usar arabesques, saltos, meias pontas, giros e etc mas nunca se esquecer do quadril, dos braços leves, mãos, dos passos básicos e da sedução inerente da dança oriental.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
A conquista da Pré-Seleção
Fiquei super contente em ver minhas colegas de dança também no resultado, pessoas que estudam muito e que mereceram o resultado. É bom demais receber o reconhecimento do seu trabalho, do seu esforço e estudo, e olha que eu estudei muito.
Agora tenho um título, um selo que qualifica o meu trabalho, e o que isso muda?
Muda tudo, porque nesse processo você não sai a mesma pessoa e a mesma bailarina: nunca! Impossível não mudar quando participa da pré-seleção. A minha dança mudou sim, a minha pessoa também, a minha visão sobre o mercado e só tenho que agradecer a todo o aprendizado.
É uma forma de divulgar o meu trabalho e será meu marketing. Claro que seu eu parar os estudo e estacionar no tempo, ou pior, deixar "a fama subir à cabeça", toda minha carreira vai pro lixo, e não será um selo que vai garantir mercado e espaço para mim.
E digo que mudei porque o processo de estudo não tem igual, a você que claro estuda pra valer, o network que fazemos com bailarinas lindíssimas do Brasil inteiro, a troca de experiências, o conhecimento técnico, o aprendizado musical, o treino de improvisação... hoje improviso qualquer coisa sem medo, o avanço técnico e expressivo dessa caminhada já é uma recompensa e tanto, e desejo alcançar mais ainda.
Sem as grandes professoras que me orientaram, isso não seria possível. Diferente da maioria, me preparei desde abril de 2011 com aulas particulares com Elis Pinheiro, e depois da primeira fase é que me dediquei mais fazendo aulas com a Aziza nesse ano, e apenas uma com a Jade porém essa uma foi espetacular.
Dessa vez conquistei, meus esforços não foram em vão e obtive um reconhecimento. Agora é que a caminhada se inicia pra valer: depois da comemoração vem mais trabalho e estudo Yallah!!
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Improvisação com técnica e sentimento - Parte 2
Improvisação boa só se dá após um estudo e trabalhos árduos, quando o corpo consegue e "possui" os passos em seu repertório, quando a intuição está apurada e aguçada para identificar as próximas fases da música e claro, quando a bailarina possui uma sensibilidade aguçada para interpretar as nuances diferentes de uma música árabe.
E tudo isso não vem na sorte, à toa ou quando nos entregamos como "loucas": é só deixar tocar que danço!
Não e não! Improvisar, não só para mim como para as minhas professoras é: fazer de forma consciente os passos juntamente com a entrega e para isso é necessário estudar bem a música - esse negócio de improvisar uma música que não conhece nem sempre é o caminho correto para realizar uma boa improvisação.
Com muitos treinos e estudo, conseguimos identificar a estrutura básica de uma música árabe, e assim... como eu já escrevi, nesse momento a nossa intuição e sensibilização já estão aguçadas... é claro que para termos elas também há vários exercícios e lições a serem feitas.
A improvisação não está presente apenas nas danças orientais, antes mesmo dos movimentos se tornarem uma dança padronizada, os homens se comunicavam por gestos, sons, e não pensavam exatamente no que iam fazer, ou melhor, seus movimentos eram criados a partir das emoções e das sensações.
Somos um corpo vivo, com células e sistemas, não esqueçamos do sistema nervoso o qual envia energias para os músculos, ditados pelo cérebro... uma máquina perfeita impossível explicá-la apenas pela razão.
Gosto muito do texto de Mara F. Guerreiro, da UFBA, "Formas de Improvisação na Dança". De forma resumida e fácil ela explica bem melhor tudo isso que em dois posts, tentei falar.
‘A improvisação’ não pode ser tratada como um modo único, monolítico, de organização. Lisa Nelson e Steve Paxton (apud KATZ, 2000) defendem a necessidade de empregar nomes adequados para cada tipo de improvisação. Segundo Nelson e Paxton, improvisação “é uma palavra escorregadia”, muito genérica, exigindo um trabalho de classificação e detalhamento. (...)
São propostos dois modos de uso gerais: 1 improvisação sem acordos prévios; 2 improvisação com acordos prévios, que se subdivide em duas classes: 2.1 improvisação em processos de criação; 2.2
improvisação com roteiros.
O primeiro tipo é o mais usado por nós, o Improvisação sem acordos prévios, que nada mais é que não combinar nada, nem ensaiar e ter total autonomia e responsabilidade do resultado da apresentação, que é feita e criada na hora, apenas escolhe a música ou marca algumas ações. E vejam que observações importantes:
Carter (2000) alerta para o risco da repetição de padrões habituais tanto dos artistas como do público, em relação aos
velhos padrões sobre fazer e assistir dança. Ele afirma que é necessário olhar para essa forma de
improvisação sem as expectativas de eficiência ou de espetáculo.
E como é recorrente o incômodo desse tipo de improvisação, alguns bailarinos, Dunn, Paxton, Nelson, Hagendoorn, Zambran, criaram os treinamentos:
2.2. Improvisação com roteiros
O termo roteiro aqui é adotado como regras prévias, relativas a condições e possibilidades de ocorrência da improvisação. Os roteiros servem como parâmetros, definindo: desenvolvimento da improvisação; e/ou tipos de movimentos; e/ou relações entre dança e outras linguagens; e/ou relações entre artistas; e/ou relação com público; etc. São restrições pré determinadas a serem agenciadas durante apresentação, mantendo autonomia do artista sobre a composição.
Bom... essas são algumas teorias sobre o tema, e dançar não é apenas se movimentar, como qualquer linguagem artística é dedicação, estudo, experimentação e trabalho corporal e teórico também. espero que seja útil à alguém.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Novo horário da turma de terça e recados do estúdio
20h - 22h
Recados
O estúdio estará fechado desde amanhã, 11/10 e só abrirá a tarde no dia 16/10, devido ao feriado e ao dia do Professor.
Não haverá aula no sábado!
bjo e bom feriado a todas!
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
As Atividades Complementares para a Dança do Ventre
E claro que há as atividades extras e complementares que vão te ajudar nesse processo. Para mim, em qualquer área há essa complementação necessária para qualquer um ser um bom profissional.
O mais importante: estudo e busca são eternos, ou seja, decidiu entrar nas artes ou no esporte, saiba que terá que praticar e estudar sempre!
O que me mata são os profissionais de outras áreas realizando fusões com a Dança do Ventre, matando os nossos passos!! Falo isso por saber de uma professora aqui da minha cidade que está fazendo isso... bom... se estudar de verdade a nossa dança: PODE - agora... realizar os passos esteriotipando a nossa ARTE: Não PODE! (Falei).
Então vamos lá, essas atividades são as minhas escolhas, e que me ajudaram, e ajudam, a melhorar a minha dança, pode ser que não sejam tão boas para algumas, cada uma tem a sua busca.
1) Ballet e Jazz

Não tem jeito, o ballet ajuda a ter postura, o jazz musicalidade e ritmo. Ambos ajudam na flexibilidade, expressão corporal, consciência corporal e espacial. Sem contar o uso dos braços, isso é super importante para nós, porque esse trabalho limpa os movimentos de braços para a dança do ventre.
2) Yoga
Minha outra paixão, para mim é minha filosofia e religião. Mas se não quer trabalhar esse lados, pode escolher o Hatha Yoga que trabalha primeiramente com os Asanas. Mas o Yoga além de trabalhar força, flexibilidade, desenvolve o equilíbrio corporal e mental, serenidade, concentração e sem contar, que alonga até os ligamentos mais escondidos, tão difícieis de chegar com posições básicas.
E há os assanas específicos para alongar regiões que são trabalhadas na dança do ventre, e isso ajuda a "soltar o nosso quadril" -quer coisa melhor que isso??
3) Alongamento
Nem preciso falar muito que Alongar é Preciso! rs Não tem como, seja qual dança você pratica, o alongamento é necessário. Prepara o corpo para a aula e "solta a musculatura".
4) Pilates
Taí uma coisa que vou começar a praticar, mesmo assim sabemos que é uma atividade mais que indicada para qualquer pessoa, e para quem dança é excelente. Eu apenas tenho o medo de desenvolver muito a força e perder o alongamento, porque o músculo contraindo o nosso corpo fica automaticamente mais rígido.
Cuidado com as atividades que desenvolve a "força" como lutas, musculação e etc, dependendo do treino elas podem acabar com todo o trabalho que a dança desenvolve: delicadeza, alongamento e flexibilidade. Porque geralmente quem "malha" não se alonga e assim os músculos encurtam!
Ajuda na postura, tonifica os músculos, modela o corpo, não é agrecivo, ou seja muito dificilmente você terá lesões como na musculação. Fortalece os ligamentos, arruma a postura. É uma atividade fisioterapeutica e completa.
Essas são as dicas. Até a próxima.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Novos horários
Também temos aulas particulares, fazemos coreografias para festas e eventos, casamentos, aulas especiais para grupos.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Afinal o que é o Arabian Cabaret
Um afronto à cultura árabe? Um projeto sem pé nem cabeça? Um grupo levado ao modismo?Nada disso, e é tão bom quando as pessoas comentam depois que assistem e conhecem as coisas...
mas para tirar as dúvidas e resumindo bem, o Arabian Cabaret é um projeto, pra mim já é um espetáculo rs, que mistura dança do ventre, outras danças com o new burlesque - e nessa mistura há uma nova criação, uma nova linguagem, performances que vão da dança do ventre tradicional, para o can can francês, pro tribal, e etc.
Tudo com muita pesquisa, com profissionais qualificados trabalhando e dedicação séria para criar um Cabaré Árabe com estilo, bom gosto, um espetáculo diferenciado e ousado, sem ser de mau gosto, pobre e sem contexto.
E há também a cia BelleCabaret, já há um pocket show que estreiou nesse sábado passado no Fuzarca e foi muito bom, o resultado super positivo, o público apreciador de arte adorou e voltamos pra casa felizes e satisfeitas.
Acredito nele, sei que o projeto é bom e é por isso que estou participando. Então é o que digo, preservar o tradicional, a origem, estudar tudo e criar novas linguagens, não há nada de errado nisso desde que seja bem feito. E estamos fazendo bonito!!
E depois que assisti os show da FIEL na Luxor, percebi que o público está querendo shows diferentes, podemos dançar a essência da dança do ventre, como também dançar algo moderno, bonito e ousado. É o caso dos show da Angeles... goste ou não, ela arrasa! Ela e a Saida estão bebendo da fonte do vintage e criando novos shows. E claro que não esqueçamos da Luana Mello, que com sua Troupe Esotik inovando a nossa dança.

Simplesmente é uma nova forma de ver a dança, a arte e não há nada de errado nisso!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
A Dança do Ventre

A Dança Oriental Egípcia – a dança do ventre como conhecemos no Brasil – Bellydance em outros países, é uma dança extremamente feminina, dessa forma quem a pratica sente um bem estar e também um retorno à origem da Grande Deusa, esquecida devido à correria e competição acirrada do dia a dia. Tem uma origem ritualística, trabalha aspectos profundos da psique, resgatando o feminino primitivo importante pra enfrentar o ritimo da vida contemporânea.
Como toda dança, é uma técnica de expressão corporal e artística, que encanta pela beleza dos seus movimentos a quem assiste e a quem pratica, estas são transformadas pelos benefícios que essa dança proporciona, e que são muitos.
Acredita-se que a origem da Dança do Ventre se deu no Egito Antigo à 7000 anos a.C, através de rituais para a Grande Mãe, que seria a Deusa Ísis e às outras divindades femininas que protegiam as vidas dos faráos, e os elementos da natureza. Tem uma ligação ao Universo, à origem da vida, já que o ventre protege e dá toda sustentação para uma nova vida, nesse caso, as mulheres eram muito respitadas e reverenciadas como Deusas. Por isso os rituais, a celebração da vida e o agaradecimento aos Deuses através da dança, que claro, não é a mesma que hoje conhecemos. Essa é a teoria mais aceita, porém ninguém tem uma certeza perante a origem.
Com a invasão árabe no Egito, a “Dança do Leste” ou “Raks El Shark” como é chamada no oriente se popularizou e sofreu grandes modificações. Atualmente essa dança milenar tem sido procurada por mulheres de todas as idades como terapia capaz de superar bloqueios emocionais, corporais, de revigorar a sexualidade, fortalecer a auto-estima,aliviar as tensões do cotidiano, desenvolver a autoconfiança e resgatar o lado feminino de cada uma.
A Dança do Ventre pode ser praticada por mulheres de todos os tipos físicos e faixas etárias. Entre os benefícios físicos que esta prática proporciona destacam-se a melhora da postura, a motricidade, o desenvolvimento da coordenação motora, a massagem dos órgãos internos estimulando seu melhor funcionamento, o desenvolvimento da dissociação corporal, melhora na circulação sangüínea, redução dos sintomas da TPM, fortalecimento de vários grupos musculares, queima de calorias ajudando no emagrecimento e desenvolvimento da musicalidade. A Dança do Ventre trabalha através da respiração e movimentos pélvicos, o equilíbrio das energias através dos chakras, proporcionando uma série de benefícios físicos e emocionais.
Alguns Benefícios da Dança do Ventre
Aspectos Físicos:
- Desenvolvimento da dissociação corporal;
- Desenvolvimento da coordenação motora;
- Massagem dos órgãos internos estimulando seu melhor funcionamento;
- Estímulo do funcionamento dos intestinos;
- Redução dos sintomas da TPM e das cólicas menstruais;
- Aquisição de mais flexibilidade e alongamento;
- Fortalecimento de vários grupos musculares (abdômen, pernas, braços, costas e glúteos);
- Despertar dos sentidos da visão, audição e tato;
- Fortalecimento intenso da musculatura pélvica;
- Relaxamento muscular, aliviando as tensões;
- Ajuda a definir o corpo feminino, afinando principalmente a cintura;
- Desenvolve a agilidade mental;
- Desenvolve a capacidade de memorização;
- Desenvolve a musicalidade;
- Desperta para as noções de tempo e espaço;
Aspectos psicológicos:
- Promove o autoconhecimento;
- Eleva a auto-estima;
- Alivia as tensões do cotidiano;
- Gera sensação de paz e bem-estar;
- Desperta a feminilidade - o que chamamos de “resgate da Deusa Interior”;
- Ajuda a desinibir;
- Desenvolve a capacidade de administrar relacionamentos por meio do estímulo de convivência em grupo;
- Desenvolve a autoconfiança
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Randa Kamel
Quanto mais assisto e a estudo, mais a adoro. Movimentos definidos e complexos, dança bem limpa, elegante, bom uso dos braços... só uma coisa não me agrada muito - as expresões sofridas - tá certo que ela sabe o que fala a música e a interpreta, nós devemos fazer o mesmo, mas há muitas formas de demostrar os sentimentos.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
A dança e os chakras
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terça-feira, 10 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
Improvisação
Nesse domingo, dia internacional da mulher, participei do evento Só para Mulheres realizado pelas Pernambucanas em Caieiras. Foi ótimo porque consegui divulgar a escola! E assim... compartilho com vocês uma das improvisaçôes, a da música Abdo de Mario Kirlis:
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
O que é dança do ventre
Nós sabemos que não há certezas sobre como a dança surgiu, como ela era exatamente, temos histórias, pesquisas, suposições que nos levam a certos caminhos. Vale a pena pesquisarmos e lermos tudo sobre o assunto, porque não sei com vocês, mas minha alunas perguntam sobre tudo, que é uma loucura! Uma loucura boa porque eu as incentivo.
O que é Dança do Ventre
Por Rhamza Alli
“A dança do ventre é uma expressão poética do corpo cheia de gestos e significados. É uma celebração a feminilidade, desenvolvida por mulheres e para mulheres.” (Rhamza Alli)
O que se conhece por dança do ventre hoje em dia, no mundo ocidental, é a dança árabe (Oriente Médio e Norte da África) miscigenada com e influenciada por várias outras culturas, compilada em seus movimentos mais populares, adicionada de um breve ocidentalismo (véus, meia-ponta), muito bem vestida com lantejoulas e franjas e transformada em espetáculo.
A história da dança do ventre é tão antiga quanto a história do homem, ou melhor, da mulher. É a primeira dança feminina de que se tem registro. Enquanto as outras danças eram executadas pelos homens e claramente ligadas à sobrevivência (chuva, caça, etc), desenhos em cavernas de mulheres dançando, mostram-nas com ventre em evidência. Os movimentos de contração, ondulação e vibração foram desenvolvidos pelas mulheres e para as mulheres em função de aliviar dores menstruais e preparar os músculos para a sustentação da gestação e o trabalho de parto, também como um culto à Grande Deusa (natureza) em prol da fertilidade - do ventre e da terra.
Do norte da Índia, originam-se os ciganos que, como nômades, espalharam-se pelo mundo levando consigo sua cultura e modo de vida. Avançaram cada vez mais em direção ao ocidente, passando pela Pérsia, Mesopotâmia, Turquia, Norte da África, chegando ao sul da Europa. Usavam seus dotes artísticos como forma de sobrevivência, cantando e dançando em feiras; sua cultura e estilo iam se misturando e aos costumes locais e novas manifestações, resultado dessas miscigenações, foram surgindo.
A dança que chegou ao conhecimento ocidental foi através do contato com povos como os Gawazee - ciganos provenientes do norte da Índia - que se instalaram no Cairo e os Ouled Nail que habitam a Argélia.
Os Gawazee mantiveram-se a parte da sociedade e preservaram suas tradições e história de forma oral através de uma língua própria e única. Sua dança, viva até hoje, é caracterizada por contínua vibração dos quadris.
Os Ouled Nail se mantiveram confinados em suas tribos. As mulheres saiam delas apenas para dançarem nos centros urbanos. Em sua vestimenta carregavam o dinheiro obtido com a dança: enormes coroas e cintos com moedas, jóias, pedrarias, correntes e pingentes. Muitos símbolos identificados como vindos de Fenícia, Cartago e Babilônia. Sua dança inclui rolamentos dos músculos abdominais que começam lentos e pouco a pouco vão se acelerando e acrescentando movimentos de pés, quadris, braços e ombros.
Quando os ocidentais chegaram ao Cairo (final do séc. IXX) em busca de safáris e tesouros ficaram extasiados com o exotismo da dança e suas dançarinas. Elas, por sua vez, trataram de adaptar a dança e as vestimentas ao gosto ocidental e trocaram a rua pelos clubes noturnos e cassinos. Algumas dançarinas foram levadas à Europa e Estados Unidos aonde puderam refinar sua dança e sua vestimenta. Em contato com o balé clássico e contemporâneo, incorporaram braços delicados, pés na meia-ponta ou em saltos, véus esvoaçantes e roupas de duas peças cheia de brilhos e franjas. Transformada assim em espetáculo, a dança do ventre pode ganhar os grandes teatros, casas de show e telas do cinema.
Apesar das antipatias ao termo "dança do ventre" - que muitos julgam pejorativo, eu, particularmente, não o considero impróprio, pois ao meu ver, a dança é sim do ventre em todos os sentidos: fisicamente, já que se baseia na movimentação rotatória, ondulatória, vibratória e de impacto do tronco e dos quadris o que movimenta intensamente todo o abdômen, além dos próprios movimentos de abdômen; e histórica e simbolicamente já que a dança é a representação da fertilidade e do nascimento.
Mas, afinal de contas, o que é a dança do ventre? O único e verdadeiro significado desta dança, é o poder de criação incutido nela, a fertilidade, a gestação, a maternidade. Ela é dançada pelas mulheres árabes durante o trabalho de parto - tanto pela parturiente que repete os movimentos de contração e vibração de abdômen, como pelas outras mulheres que, junto com a parteira, assistem o parto formando um círculo em volta da futura mamãe, dançando e cantando uma ladainha para purificar o ambiente e estreitar o contato com o divino. Este ritual é executado tanto nos países do Oriente Médio como nos africanos até os dias de hoje.
Uma dança mais festiva e alegre é dançada quando uma menina menstrua, quando se sabe da gravidez de uma mulher, no batizado das crianças, enfim, tudo que for ligado à criação de uma nova vida.
Ocasiões festivas como casamentos, colheitas, aniversários, festas religiosas, bênçãos, curas, afazeres do dia-a-dia, enfim, tudo que faz parte da vida é comemorado com música e dança por esse povo, cada região, cada tribo, com suas tradições e particularidades, mas sempre honorando à vida.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Feliz 2009

O ano ainda nem acabou e já mudei o visual do blog. Quero iniciar o ano de 2009 com uma nova cara, com o pé direito e claro já tenho muitos, mas muitos projetos pra concretizar e farei tudo para eles tornarem realidade.
Esse ano foi muito especial e fecho ele com uma linda chave de ouro. Aconteceram fatos importantes, muitas vezes pensei que não conseguiria resolver alguns problemas e no fim deu tudo certo. Reencontrei certos "portos seguros", ousei em experimentar coisas novas, retomei algumas metas que foram esquecidas e sonhos que também foram deixados de lado.
E em 2009 inauguro meu Estúdio: http://www.zahiraestudio.synthasite.com - e com certeza teremos muito sucesso! Era um sonho, uma vontade grande de fazer acontecer, de ver as coisas por ai e querer fazer diferente... é o primeiro passo para eu realizar outros sonhos...Agradeço a Luxor por ter dado a oportunidade de dar aulas até agora, dessa forma adquiri auto confiança, técnica, didática e experiência. Abriu as portas para iniciar uma carreira. Conheci muita gente boa, alunas especiais que tornaram minhas amigas.
Agradeço aos meus professores de dança e teatro. Um deles, o Capovilla, viu meu site e ficou muito feliz ao ver que eu lembrei deles! Claro que lembrei!! Pessoas e experiências especiais faço questão de guardar no meu coração! Tenho lua em Cancêr rsrsrs dá pra sacar né?
Agradeço às minhas profs, desde a primeira até a última, em especial a Layla e a Kahina, sempre falo de vocês pras minhas alunas, uso um pouquinhos de suas didáticas nas aulas e tenho um carinho grande. Também não esqueço da Karissa, um anjo de pessoa e linda!
Também agradeço aos "maus" momentos e as "más" pessoas que na realidade não existem, eles também me ensinaram muita coisa e me prepararam para enfrentar situações que nunca pensei que passaria na vida.
Bom... deixa esses leros leros de lado, porque estou muito emotiva ultimamente. Sou assim fazer o que?! rs Mas quero desejar a todas vocês, e aos senhores que lerem esse post, um Feliz 2009, que vocês realizem seus sonhos e nunca deixem de sonhar! O mundo precisa de bons sonhos, bons ideiais e de pessoas para realizá-los! E muito dindim, amor, saúde que com ela tudo conseguimos.
Fiquem com Deus e agora só em janeiro de 2009!!
*Mulherada, sou designer viu? Essa marca, o site, tudo foi criado por mim, portanto, já fazendo minha propaganda, eu crio papelaria, logos, site, ilustrações e etc... rsrsrs se precisar pra qualquer coisa é só entrar em contato!*








