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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

sexta-feira, 5 de julho de 2013

domingo, 30 de junho de 2013

Aula Aberta de Dança do Ventre

Aula aberta de Dança do Ventre Iniciante nessa quinta às 19h30, aqui no estúdio.
Mais informações: (11) 4445-4274 ou pelo e-mail zahiranader@gmail.com

Venha conhecer sem compromisso.


domingo, 16 de junho de 2013

Nova agenda de shows

Muita dança em junho e julho!
Para contratar basta mandar um e-mail para: zahiranader@gmail.com


Novo Quadro de horários do Studio

Novo quadro, nova turma de dança do ventre às quintas e nova turma de alongamento.

Venha conhecer! Marque sua aula experimental. Tenha qualidade de vida, saúde e bem estar. Venha ser feliz!



sexta-feira, 24 de maio de 2013

O que se Passou em "Passagem"

Que nostalgia! Finalmente poderei escrever tudo, ou quase tudo, do espetáculo "Passagem". Já começo a dizer das saudades que sinto, porque como sempre, todo projeto de Elis Pinheiro, esse não poderia deixar de ser cheio de amor, alegria, amizade e trabalho, e isso é muito bom e deixa saudades!

Primeiro, fico honrada e feliz de ter sido chamada mais uma vez para participar de um espetáculo da Elis, que foi criado tudo na Inglaterra por ela e enviado pra gente via Youtube, e orientações no Skype. Só um grupo afinado pra que o projeto desse certo. E deu!

Feliz por ter a ajudado um pouco nos ensaios da coreografia de Abertura, na medida do possível auxiliei nos ensaios, falo um pouco porque as bailarinas já chegavam prontas e arrasavam, os ensaios sempre foram produtivos. Feliz por ver o crescimento das minhas amigas e o meu também, em todo processo todas nós crescemos, as coreografias de Dakbe, a Romântica e a Contemporânea foram criadas por Paty Saad, Érica Seccatto e Olívia Zarpellon - marquem esses nomes, logo estarão estourando no mercado.

Problemas no percusso, "dor de cabeça", nervosismo, stress, dores no corpo, investimento grande, surgiram no caminho, mas tudo valeu a pena, e os problemas não foram uma com a outra não... nosso grupo permaneceu forte e isso fez toda a diferença.

O espetáculo foi lindo e quem assistiu ficou impressionada com a qualidade técnica, com a nossa sincronia e segurança, com as coreografias bem ensaiadas e limpas. Todos falaram que foi impressionante, lindo e ela estava de parabéns! Elis Pinheiro é uma super profissional, amiga e uma professora de primeira linha, sua ida à Europa só a aprimorou e sua dança está bem longe dos nossos padrões.

Logo os videos oficiais estarão no Youtube, por enquanto temos as fotos e alguns vídeos no canal do Marcos Elias.

Que venham os novos projetos! Yalla!

















quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Nosso mercado

Vou simplesmente fazer um desabafo aqui no meu blog, ao longo desses anos de estudo e dedicação na dança do ventre já vi muita coisa e vim de um tempo em que a dança era misteriosa, fechada e para poucos. Haviam poucas bailarinas e professoras e nós não sabíamos direito o que era essa arte.

Depois veio a popularização, os selos, os padrões, os concursos e o número de participantes, de bailarinas, apreciadoras e professoras cresceu de forma desenfreada. Não sou contra isso, mas sou contra a liberdade que temos tanto na dança (como dançar), e nas aulas (no ensinar).

Posso estar sendo repetitiva, muita gente já fez essas críticas, mas ao meu ver, nosso mercado está trash. De um lado temos um trabalho super sério desenvolvido por grandes profissionais, e no outro, pessoas nada qualificadas. Sem contar os baixos cachés, condições precárias para a bailarina dançar, não cumprimento do pagamento e por ai vai.

Para mim o que me mata é a liberdade: uma fala que pode dobrar os joelhos, a outra não; os braços devem ficar esticados pra outra não - sério gente, isso me mata quando estou em aula, como aluna, por isso prefiro seguir uma linha em que me identifico e abolir as informações que não me fazem sentido.

Por ser uma dança popular, é normal que tenham essas mudanças de execução, mas não é normal releituras e coreografias de mal gosto usando de simbologia mal estudada, músicas mal cortadas, véus num som de "bossa nova" (só um exemplo) e etc.

Sem contar as escolas entrando nos pacotes Groupons, ou workshops gratuitos se trouxer um número X de participantes. Pelo amor!! Eu já não faço e nem piso em lugares assim!! Desconfio da credibilidade na hora.

Não é porque a dança do ventre é arte que devemos nos expressar livremente do jeito que queremos e fazer o que nos dá na telha. Não!! No mínimo deve ter um estudo aprimorado de outras danças e artes, bom senso musical e de estética, e claro respeito ao público porque você pode chocá-lo com sua performance ultra moderna.

Me dá a sensação que aqui, assim como na política, tá uma palhaçada, uma vacalhação e qualquer um é "profissional", menos as pessoas conscientes.

Fim do desabafo!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Dançar é como crescer


De volta! 2013 está apenas começando e porque não iniciar o blog com uma texto que resume o nosso caminho na dança?
O li no facebook, compartilhado pela Mahaila el Helwa, e não sabemos a autoria, ele é lindo, simples e fala tudo sobre o que é dançar e como é esse caminho.

bjos e feliz 2013!


"Dançar é como crescer
Um processo lento, cheio de surpresas e lutas.
A realização de feitos que parecem
impossíveis de se concretizar.
Acrobacias que exigem muito mais que
horas de treinamento.
Que só a ousadia tem a capacidade de explicar.
Um constante aprendizado
para o qual nem sempre acham necessário nos preparar.
É preciso ter talento.
Saber misturar, em doses certas,
força e sensibilidade.
Conhecer limites e capacidades.
Sem temer fracassos.
Amar. Amar-se
Sem medos.
Corpo e mente em perfeita harmonia
Essa integração é o segredo da eterna liberdade,
que nos permite alcançar vôos muito, mas muito maiores.
Isto é Dançar!!!"


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Nosso encerramento, 2012

Quanta coisa aconteceu, quantas mudanças, quantos encontros, desencontros e reencontros. Quantos projetos novos,conquistas... 2012 foi bom!

A festa de encerramento do estúdio foi muito boa, especial! Alunas superando o medo de dançar um solo, de dançar em público, ensaios, coreos, decorações, trajes e etc... uma correria só. Nem pude colocar tudo aqui o que eu estava vivendo!

O resultado: parabéns! Vocês foram ótimas, e a festa foi uma delícia! Divertida com direito a tudo, menos a presença masculina rs.

E que em 2013 venham mais e mais!!

Novos projetos a caminho, logo vocês saberão!






sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Improvisação com técnica e sentimento - Parte 2

Quem nunca sentiu uma raiva indescritível após uma improvisação? E ainda numa música que não conhece? Ninguém gosta disso, mas será esse o caminho da boa dança?

Improvisação boa só se dá após um estudo e trabalhos árduos, quando o corpo consegue e "possui" os passos em seu repertório, quando a intuição está apurada e aguçada para identificar as próximas fases da música e claro, quando a bailarina possui uma sensibilidade aguçada para interpretar as nuances diferentes de uma música árabe.

E tudo isso não vem na sorte, à toa ou quando nos entregamos como "loucas": é só deixar tocar que danço!

Não e não! Improvisar, não só para mim como para as minhas professoras é: fazer de forma consciente os passos juntamente com a entrega e para isso é necessário estudar bem a música - esse negócio de improvisar uma música que não conhece nem sempre é o caminho correto para realizar uma boa improvisação.

Com muitos treinos e estudo, conseguimos identificar a estrutura básica de uma música árabe, e assim... como eu já escrevi, nesse momento a nossa intuição e sensibilização já estão aguçadas... é claro que para termos elas também há vários exercícios e lições a serem feitas.

A improvisação não está presente apenas nas danças orientais, antes mesmo dos movimentos se tornarem uma dança padronizada, os homens se comunicavam por gestos, sons, e não pensavam exatamente no que iam fazer, ou melhor, seus movimentos eram criados a partir das emoções e das sensações.

Somos um corpo vivo, com células e sistemas, não esqueçamos do sistema nervoso o qual envia energias para os músculos, ditados pelo cérebro... uma máquina perfeita impossível explicá-la apenas pela razão.

Gosto muito do texto de Mara F. Guerreiro, da UFBA, "Formas de Improvisação na Dança". De forma resumida e fácil ela explica bem melhor tudo isso que em dois posts, tentei falar.


‘A improvisação’ não pode ser tratada como um modo único, monolítico, de organização. Lisa Nelson e Steve Paxton (apud KATZ, 2000) defendem a necessidade de empregar nomes adequados para cada tipo de improvisação. Segundo Nelson e Paxton, improvisação “é uma palavra escorregadia”, muito genérica, exigindo um trabalho de classificação e detalhamento. (...)



São propostos dois modos de uso gerais: 1 improvisação sem acordos prévios; 2 improvisação com acordos prévios, que se subdivide em duas classes: 2.1 improvisação em processos de criação; 2.2
improvisação com roteiros.


O primeiro tipo é o mais usado por nós, o Improvisação sem acordos prévios, que nada mais é que não combinar nada, nem ensaiar e ter total autonomia e responsabilidade do resultado da apresentação, que é feita e criada na hora, apenas escolhe a música ou marca algumas ações. E vejam que observações importantes:


Carter (2000) alerta para o risco da repetição de padrões habituais tanto dos artistas como do público, em relação aos
velhos padrões sobre fazer e assistir dança. Ele afirma que é necessário olhar para essa forma de
improvisação sem as expectativas de eficiência ou de espetáculo.


E como é recorrente o incômodo desse tipo de improvisação, alguns bailarinos, Dunn, Paxton, Nelson, Hagendoorn, Zambran, criaram os treinamentos:


As formulações de treinamentos têm como propósito ampliar: repertório de 
movimento, atenção, percepção e entendimento sobre composição; exige repetição, método, 
pré-estabelece movimentos, focos de atenção e objetivos sobre composição. Este ‘preparo’ 
replica as tendências praticadas, e dessa forma, torna-se possível identificar interesses 
compartilhados.




O segundo tipo que é a Improvisação com acordos prévios não é muito usado na nossa área porém, podemos conhecer e começar a usar, pois tem ações bem interessantes:





2.1 Improvisação em processos de criação

Trata-se de processos de criação que contam com improvisação como fomentadora de 
suas investigações. Esses processos ocorrem no período anterior à apresentação da dança, são

experimentos realizados entre artistas, durante ensaios, que posteriormente se formalizarão em
composições.

O bacana desse tipo é você como artista em sua pesquisa e suas experimentações. São nossos momentos de improvisações e treinos na sala de aula, sozinha, como forma de ensaio e estudo. O que nós fazemos muito: treinar, criar e improvisar num ritmo árabe como forma de explorar novas combinações de passos, ou criações de movimentos mais avançados de quadril, braços e pernas.

2.2. Improvisação com roteiros

O termo roteiro aqui é adotado como regras prévias, relativas a condições e possibilidades de ocorrência da improvisação. Os roteiros servem como parâmetros, definindo: desenvolvimento da improvisação; e/ou tipos de movimentos; e/ou relações entre dança e outras linguagens; e/ou relações entre artistas; e/ou relação com público; etc. São restrições pré determinadas a serem agenciadas durante apresentação, mantendo autonomia do artista sobre a composição.

Bom... essas são algumas teorias sobre o tema, e dançar não é apenas se movimentar, como qualquer linguagem artística é dedicação, estudo, experimentação e trabalho corporal e teórico também. espero que seja útil à alguém.





quarta-feira, 10 de outubro de 2012

As mulheres da Dança do Ventre

Não sei porque tem gente que nos acham futeis? Pois é, basta falar que você é uma profissional da dança do ventre para as bailarinas de outras áreas torcerem o nariz.
Não sei porque... juro que não sei... será que somos vistas como "Dança só isso?", É tão fácil", "Mais uma que vende o corpo feminino"...



Não entendo, porque nós da dança do ventre fazemos movimentos que não são todas que conseguem, nem com muito treino.
Nós somos fortes e decididas, gostamos sim de estarmos bonitas, lindas, com o corpo em dia, maquiadas e fazemos gosto de sermos femininas - E isso não significa que somos futeis, vazias ou submissas.

Pelo contrário, as bailarinas de dança do ventre são decididas, delicadas sem deixar de serem fortes, possuem uma grande auto-estima, são seguras, possuem um corpo que geralmente ajuda nos partos e nas gestações e se aceita como é. Consegue seduzir pela energia dos movimentos, pela beleza mas muito mais pela sua personalidade.



Já foi a época do feminismo, hoje vale ser uma mulher independente, segura e feminina. E isso a dança do ventre proporciona para você, essas mudanças mágicas, que parecem naturalmente, ao frequentar as aulas e só aparecem por ser uma dança que permite um encontro de você com você mesma:

Um encontro com o seu corpo, com a sua alma, um momento que no corre corre você não tem. 
Deixa disso de se igualar ao homem, a mulher é diferente dele e ainda bem!! Assim é possível existir o equilíbrio porque um completa o outro.

Mulher, se ame, se aceita, seja feminina... assim são as mulheres da Dança do Ventre!


domingo, 17 de junho de 2012

Sou uma bailarina, essa é a minha profissão

Mesmo sendo clichê posso começar esse post com as frases:

- Trabalha com o que?
- Sou bailarina e você?
- Sim, legal, mas você faz o que exatamente? Só isso? Só dança?

Ou

- Consegue viver como bailarina no Brasil?


E é super horrível ao descobrirem que eu sou professora de artes, porque ai sim me perguntam:


- Mas dá pra viver com o que ganha?





Ainda há esse erro e preconceito na cabeça do brasileiros, vejo que nosso mercado já melhorou, há a profissionalização, muitas bailarinas ótimas estão surgindo, e a qualidade nas aulas de danças orientais cresceu numa velocidade extraordinária, porém... no Brasil, o artista ainda é visto com maus olhos.

É aquele "vagabundo disfarçado", ninguém vê seu estudo antes da cena, seu investimento e sua caminhada. E atualmente, um profissional de dança, não necessariamente trabalhando dançando, o que quero dizer: tem outras áreas para atuarmos e ninguém enxerga isso.

Como: educação, administração, promoção e eventos, terapia corporal, coreografia e direção de espetáculos, criação de cursos, shows... Ou seja, quando eu trabalho com danço, eu planejo minhas aulas, estudo e crio meu método, monto um espetáculo, administro pessoas e minhas escola se eu tiver uma, coreografo, faço shows e etc.

E como disse, hoje está sendo criado vários cursos profissionalizantes e faculdades de dança estão surgindo! Isso é lindo, não acham?

Cursos superiores: Anhembi Morumbi, Unicamp e diversas Federais espalhadas pelo Brasil. O ruim é que em SP só tenhamos duas opções, e de boa, a AM é super cara!

imagem do curso técnico de dança do Ceará

Cursos técnicos, esses darei melhor as opções:


Dança na ETEC, SP - esse curso é maravilhoso, e é gratuito. Conheço alguns amigos que já fazem e uma professora de lá, e só de ler a grade curricular desejei fazer o curso - e farei! Final do ano estarei lá prestando o vestibulinho! Porque gente... decidiu trabalhar com dança? Então preciso estudar!


Etec de Artes
Av. Cruzeiro do Sul, 2.630, prédio II, Santana
02030-100 São Paulo/SP
E-mails: secretaria.etecdeartes@gmail.com
diretoriaservicos.etecdeartes@gmail.com
Site: www.etecdeartes.com.br
Período: 30 vagas à tarde / 30 vagas à noite
Valor: curso gratuito.
Grade curricular: clique aqui.






Rua Altinópolis, 333 - Água Fria - São Paulo - SP



Tel.: (11) 2972.1073


As infos:

O curso profissional técnico em dança é composto de 3 (três) módulos anuais com direito a diploma de Técnico em Dança. O diploma de conclusão do curso é reconhecido pelo Governo do Estado, habilitando em Profissional Técnico em Dança. Todas as etapas do desenvolvimento dos alunos são registrados, para que tenham oficialmente um histórico de sua vida escolar, podendo utilizá-lo sempre que necessário.


Horário de Atendimento: Seg a Sex das 14:30h às 21:30h / Sáb das 9h às 18h
Rua Bom Sucesso n. 1119 - Tatuapé - São Paulo
Tel.: 11 2296.8969 / 2295.7892

O mais conhecido pelas bailarina de dança do ventre. Ainda não olhei com outros olhos sabe? Porque gosto de instituições do tipo Etec, Federal, USP, porém, pela leitura da proposta e do currículo, parece ser muito bom também, mas é pago meninas!

O legal que é um curso também voltado para a nossa área, que são as danças orientais.

As infos:

Você que adora dançar por hobby tem a chance de transformar seu talento em profissão.
O Curso Técnico em Dança com especialização em Ballet Clássico, Flamenco, Danças Árabes, Dança Cigana ouJazz tem como objetivo formar profissionais na área da dança, aptos a ministrarem aulas, coordenar grupos, dirigir espetáculos, entre outros.
A carga horária total é de 1040 horas distribuídas em 3 anos, sendo 800 horas para o curso Técnico em Dança e de 240 a 270 horas na Especialização escolhida.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Que final de ano!

Para mim tudo o que aconteceu nesse ano foi maravilhoso, um salto espiritual para um amadurecimento e aprendizados eternos! Tenho sede de viver, dar minha cara pra bater, me meter em desafios, fazer tudo o que tenho vontade e parar... só agora em janeiro é claro!!

Novas alunas de dança: lindas, especiais e fofas!! Vamos fazer um grande trabalho em 2012.
Novos amigos e amigas, novos círculos além da internet.
Términos de ciclos mas que iniciam de novas maneiras, mais maduros e especiais.

Adorei fazer parte de alguns projetos: show de despedida da Elis, primeiro fórum de Educação de Ilha Bela. E retomar parcerias, com a Bá Moro - mesmo na correria consegui me apresentar em seu evento.

Rever amigos do ginásio e do colégio como: Juliana Mastropietro, Vanessa Lima, Ju, Paulinha e Cris - tudo de bom!!

Me apresentar novamente ao lado do Fernando Herrmann que com seu piano encanta a todos - você é especial só pela maneira de manifestar a sua arte.

Viver experiências marcantes na escola em que trabalho a Emef Estação Jaraguá, com as crianças e com os alunos do projeto de dança - a prô aprendeu muito mais do que vocês =)

E agora só penso nas metas e projetos do próximo ano, a cada ano que passa elas não ficam apenas no ar,estou conseguindo colocar em prática, alcançá-las ou não mas...

Vivendo, sem medo e ao mesmo tempo deixando a vida me levar!!

Arrasem em 2012!

dia 14/12 no Kabul uma performance burlesca

dia 8/12 no Fórum em Ilha Bela

meus alunos de dança na Emef

domingo, 3 de julho de 2011

Crítica positiva


Apenas vou copiar um post escrito pela Vera no seu blog Amar el Binnaz, sobre minha dança. Uma crítica positiva onde tem dicas preciosas, que também servirão para outras bailarinas.

Deixo aqui meu agradecimento e no meio da dança a Vera é uma das pessoas mais sérias que conheço, e sempre compartilha e divide suas opiniões e conhecimentos. São textos, blogs e novos talentos que estão surgindo que estão fazendo a diferença, e isso me faz pensar e acreditar que a Dança do Ventre no Brasil está solidificando e profisionalizando cada dia mais. Tem muita coisa pra melhorar, mas estamos no caminho. Obrigada!

Com vocês A Dança da Leitora. O texto na íntegra AQUI

Olá meninas!!!

Faz muito, mas muito tempo que eu quis fazer essa série de postagens - Dança da Leitora, quando as seguidoras do blog eram figurinhas carimbadas e era mais fácil de controlar esse tipo de coisa, e a coisa foi aumentando eu deixei a série meio de lado. Mas ultimamente eu tenho visto danças maravilhosas de leitoras e amigas queridas que tenho encontrado em diversos eventos, e vou aqui dividir com vocês. Se vocês quiserem ler os posts antigos, clique abaixo:


Hoje vou compartilhar com vocês mais uma vez uma dança da Zahira Nader, que foi apresentada no concurso profissional do E-Ventre 2011. Como eu já informei anteriormente, no E-Ventre as músicas são enviadas com antecedência às bailarinas, e no momento da apresentação a música é sorteada e a execução deve ser de improviso. No E-Ventre 2010 a Sasha Holtz venceu o concurso dançando justamente Enta Omri. Quando vi que a Zahira havia sido sorteada com a mesma música, na hora me veio o pensamento "vai dançar pra cacete, mas a música vencedora do ano passado vai embaçar a possibilidade dela vencer este ano". Como de fato aconteceu. Vejamos a dança:

.... video do e- ventre

A primeira coisa a se notar na dança da Zahira é uma postura excelente e movimentos muito limpos. A introdução dessa versão de Enta Omri é bem longa e eu achei uma má escolha a leitura musical toda de costas para a o público, e isso se estendeu para a primeira frase. No primeiro contato visual dela com os jurados a opção é por um arabesque e uma andada com contratempo. Visualmente é lindo e foi muitíssimo bem executado. Mas sendo um concurso de dança do ventre, acaba virando uma "entrada da bailarina" em lugar errado.

Passado este primeiro momento, aí vemos dança do ventre de altíssimo nível. A Zahira é uma bailarina que consegue administrar bem a mistura de movimentos sinuosos com acentos fortes, e colocou os movimentos nas frases de uma forma muito interessante. Eu simplesmente adorei o soldadinho com arabesque e giro na parte "pergunta e resposta" da música. O trabalho de braços está primoroso, e eu não posso deixar de ressaltar aqui a influência de sua professora, Elis Pinheiro - grande dama do trabalho de braços na dança do ventre.

Uma pena que no vídeo não é possível ver a expressão, mas a Zahira colocou o coração no palco. Ela dançou de uma maneira introspectiva, é verdade, mas foi emocionante sua atuação no palco. Era de arrepiar de verdade, como disse o Falcão sabiamente "era um sentimento que brota do cantinho da pleura e emana até a raiz do chifre"... ahahha, adouro. As juradas consideraram isso um ponto negativo. Eu considero essencial para toda e qualquer bailarina que queira mostrar sua arte.

Enta Omri é uma música maravilhosa porque ela tem todo aquele "taksim kamanja" (violino) que você pode interpretar somente para si mesma, e quando ela vai reapresentando os demais instrumentos é o momento que a bailarina tem para retomar sua comunicação com o público, e na minha opinião foi aqui que a Zahira falhou na escolha e manteve a linha introspectiva quando ela poderia crescer um pouquinho mais na música e jogar todo aquele sentimento gerado na parte lenta pro público e transformar aquela apresentação de concurso numa verdadeira experiência para quem estava assistindo!

No geral foi uma apresentação belíssima, a Zahira é uma profissional de alto nível, tem muito futuro no cenário de dança do ventre de São Paulo, e meu desejo é vê-la muitas vezes dançando, mas principalmente, encantando a todos!

Beijocas!!!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Na correria: novas turmas e novos cursos!

Estou na correria por isso que esse blog ficou sem atualização. Hoje faço:

  • minha monografia;
  • meus estudos de artes e planos de aulas + projetos;
  • meus estudos da dança;
  • preparativos pro E-Ventre;
  • organização e divulgação eternos do meu estúdio;
  • curso sobre a cultura indígena;

E é claro que sempre há tempo pra minha família, amigos e namorado. Procuro não pensar que sou louca em fazer muita coisa ao mesmo tempo, porque seu eu parar a vida pára comigo!

Em fim escrevo aqui as novidades do estúdio.

Novas turmas de:

JAZZ às quintas 19h - 21h - inicia agora dia 5/5

Dança do Ventre às quartas 20h - 22h - inicia agora dia 4/5

Ainda temos um projeto de iniciar aulas de Balé para crianças e adultos e Dança de Salão, Design Gráfico, Desenho Artístico e Computação Gráfica - Aguardem !

Também vamos participar do projeto da Patrícia Bencardini: Belly Dance Nights



O qual achei super interessante em participar e levar minhas alunas, porque sabemos o quanto é importante para as alunas que já estão prontas para se apresentarem ter esse tipo de experiência, e também sabemos quais os bons lugares para que isso aconteça.

Estamos no aguardo do próximo dia desse evento, do grande sarau democrático promovido pela Patty.

quinta-feira, 31 de março de 2011

SPCD em Jundiaí

Caros, bom dia!

É com muito prazer que nós estaremos em Jundiaí, pela primeira vez, em comemoração aos 100 anos do Teatro Polytheama.

Além do espetáculo teremos diversas atividades educativas.

As inscrições para os programas educativos e de formação de plateia são gratuitas e podem ser feitas por meio do site: www.saopaulocompanhiadedanca.art.br.

Segue a nossa programação.

terça-feira, 13 de julho de 2010

A bailarina Faz Tudo

Agora vou escrever sobre uma coisa que ando percebendo por ai: a Bailarina Faz Tudo. E o que seria isso afinal? E poderá parecer radical para algumas pessoas, mas é a minha visão de mundo e da minha profissão, não é a única certa, e Deus me Livre, um caminho a seguir, porém é algo que devemos refletir.

Me respondam com sinceridade, vocês que são bailarinas e professoras de dança:

Tem como ser uma boa bailarina e professora de Dança do Ventre, Tribal, Flamenco, Ballet, Jazz, Cigana, Contemporâneo, Dança de Salão... e etc?? Tem como ser BOA profissionalmente em tudo?

Fala sério! É claro que não! Eu danço desde os 11 anos, porque parei quando tinha 6, porque fazia baby class com 5 anos. Tenho ballet, jazz, dança do ventre e teatro na minha formação e mesmo assim sei que não tenho habilitação, apesar de saber dançar, atuar e sobre as danças e o teatro, para ensinar ou preparar um espetáculo com tudo isso.

Vejo que no mercado brasileiro, há pessoas fazendo tudo nas coxas, isso mesmo, tudo de qualquer jeito porque o público na maioria é leigo, e não sabe diferenciar o que há qualidade daquele que não possui.

Acho que nós profissionais devemos ter cuidado, carinho e atenção com o público e com as alunas. Na minha opinião o Menos é Mais, e o bom senso é tudo na vida.

Eu estou reciclando meu conhecimentos fazendo aulas de jazz na Carla, a dança do ventre com a Elis e pretendo fazer outras aulas com outras profissionais e quero encaixar mais aulas de contemporâneo. E só dando aulas de dança do ventre e jazz, vejo quanta coisa preciso me preocupar, preparar, estudar...

como já dizem: Deus está nos detalhes!

Na minha visão, mais vale minhas alunas fazerem os 8 perfeitos, do que um arabesque mal feito. Mais vale eu dançar apenas Dança do ventre com perfeição de uma boa profissionais, com requisitos básicos de uma, do que querer ser MULTI, uma Faz Tudo, e fazer tudo de forma Amadora!

Em questão das aulas, poucas trabalham o movimento somático, a expressão corporal, interpretação e musicalidade, tomam cuidado e se atentam se os movimentos estão sendo executados da forma correta... em fim... dançar e ser professora de dança não é para qualquer um(a)!

Claro que há suas exceções e essas meninas, (não citarei o nome porque posso fazer alguma injustiça), estudam muito, se dedicam ao que elas querem fazer, por isso fazem muito bem!