quarta-feira, 13 de julho de 2011
Apresentação no Belly Dance Nights
Na próxima que será em agosto levarei minhas alunas do Básico / Inter, para a maioria das meninas será a primeira apresentação delas e com certeza será um sucesso, porque estamos trabalhando juntas para isso.
Então... lá vai meu vídeo, com direito a um final bem brasileiro: Show é show!
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Movimento pela criação do estilo próprio da dança
Agora a Mahaila com o uso na medida certa dos arabesques, uma apresentação muito linda:
E veja esse vídeo da Kahina, que me deixou de queixo caido! Lindo! Apesar de sabermos como o ballet está presente na dança dela, na apresentação do show em comemoração dos 10 anos Da Elis Pinheiro ela nos supreende. Não há arabesques e sim muitos movimentos variados de quadril, riqueza nos movimentos, leveza, postura, expressão perfeita e m fim, para mim é uma das melhores do Brasil.
E pra fechar, vou colocar uma apresentação da Jillina, Amara e Angeles, em 2009, na Fiel. O que eu gosto nela são as movimentações e o uso perfeito do espaço, sem contar, como colocaram os arabesques em cena. Vale a pena conferir:
O que é certo e errado em todos esses estilos? Todas são resultado de estudo, dedicação, pesquisa, auto conhecimento e práticas de diversas atividades físicas e danças, para conseguirem criar um estilo próprio de dançar.
Eu defendo essa idéia!
terça-feira, 5 de julho de 2011
Afinal de contas: o que é dança do ventre?
A verdade é que ninguém sabe, e o que dançamos hoje é uma dança que acreditamos ser Dança do Ventre - loucura! E nesses momentos lembro da frase do grande Nelson Rodrigues "A unanimidade é burra"! Pois é... odeio as verdades absolutas e as inflexibilidades das reflexões sobre algum assunto.
Na minha opinião é chover no molhado, e todos estão errados, aquelas que querem e lutam por uma dança do ventre limpa, pura, árabe, oriental e sem ballet ou qualquer outra influência - assim como aquelas que lutam pela fusão incorporando todo tipo de dança na nossa dança do ventre.
Vamos refletir:
Somos seres humanos inseridos numa cultura, e numa sociedade, senão seríamos todos Tarzans, Moglis e etc, nesse ponto vale lembrar que há uma diversidade cultural que são produzidas aqui por nós como também é trazida através dos meios de comunicação, graças à internet e globalização isso acelerou muito.
E nós próprios somos seres tão complexos, multis (como falo), com estilos e opiniões próprios e com um caminho que só nós sabemos... o artista possui uma busca, que só ele sabe, as vezes se perde, erra... mas é um processo importante e nunca chegará no fim.
Como podemos punir o artista que experimenta? Que busca seu estilo? Que estuda e deseja encontrar a perfeição?
Lembrei do que o Jorge Sabongi sempre fala: todo artista precisa de direção - é... senão a nossa viagem é muito grande e nunca voltamos né?! Mas isso é assunto pra um outro post.
Dessa forma, nem defendo as que querem uma dança do ventre pura, nem as que lutam pelas fusões. Defendo o artista que estuda, é serio, e cria seu estilo próprio de trabalho. Perceberam que nem entrei no termo bailarina? Estou usando artista!
Antes de ser uma bailarina, sou uma artista, porque estudo história da arte, da dança, das culturas e etc. Acho que isso é importante para mim e é a minha busca.
E toda esses baletts que vemos hoje na dança do ventre, veio com Saida e ela mesma afirma que foi uma fusão, ou seja não é apenas dança do ventre. As bailarinas que se encontram nesse estilo vão segui-la, mas não dá para pegar o que é lindo nesse estilo e acrescentar no seu?
Ela é linda, todas as brasileiras quando a viram queriam ser como ela, dançar como ela, não é verdade?! Virou uma febre e para mim o problema está em outras questões!
Gamal Seif, Yousry Sharif, Lulu Sabongi, Elis Pinheiro, Aysha Almée, Aziza, Randa, Kahina, Jullina, Amara, e outros mestres e mestras usam de forma equilibrada os arabesques, giros, braços... tudo tem que ter equilíbrio!
Não vamos colocar um passé em andeor, saltos, jetés né? A não ser que seja uma dança moderna... por que não? Tudo tem limite e bom senso!
Eu gosto dessa mistura, porque para mim acrescenta e me enriquece como pessoa e artista. Já fui daquelas que subia bem meus arabesques, hoje deixo -os mais baixos, uso braços bem diferentes para fugir desse paradigma. Estou numa outra "onda" mas não condeno meu passado.
Mas quando decido dançar um chorinho, uma sonata ou samba... mudo totalmente meu estilo. O público gosta e eu gosto!
Vamos parar de hipocrisia e respeitar as diferenças. Saber analisar! É claro que conseguimos diferenciar a bailarina que dança dança do ventre com influências positivas e as que dançam uma dança moderna com influência da dança do ventre.
Vamos usar o bom senso! Nossa cultura não pára, a cultura do corpo não pára, e só vamos parar quando o mundo acabar!
domingo, 3 de julho de 2011
Crítica positiva

Apenas vou copiar um post escrito pela Vera no seu blog Amar el Binnaz, sobre minha dança. Uma crítica positiva onde tem dicas preciosas, que também servirão para outras bailarinas.
domingo, 26 de junho de 2011
Zahira no BD Nights
sábado, 25 de junho de 2011
O poeta e a Alma Imoral
Agora vamos ao teatro... finalmente consegui ver "A Alma Imoral", digo finalmente, porque desde 2009 queria vê-la, mas não dava certo os dias e horários. Mas fui ontem e é daquelas peças que você sai tranformado, com vontade de ler o livro, e com várias indagações e nehuma opinião formada.


A preservação de algumas tradições pode ser uma grande traição a nossa alma. Ao mesmo tempo que transgredir pode ser uma traição ao nosso corpo, a nossa preservação. Mas sem a traição, não há evolução. Então como se posicionar frente a isso? Esse é o desafio do livro. Tentar buscar um autoconhecimento para estabelecer decisões conscientes. Traído e traidor são a mesma pessoa. Se somos donos do corpo e da alma, a traição sempre estará em nós em algum dos lados. (...) - de Fernanda Guimarães - Leia o texto na íntegra aqui
Prefiro dizer que o texto é bem mais complexo que esse deixado pela Fernanda, porque abre para muitas interpretações e isso depende da nossa própria concepção sobre a vida, a tradição, religião, e alma x corpo. Tem que ler o livro depois para entender melhor, isso é fato! E vou comprar o meu agora.
Fica a dica, para quem é de SP, esse é o último final de semana.
Para mais informações acesse o site: A Alma Imoral
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Figuras da Dança
É com grande prazer que comunicamos a próxima gravação dos depoimentos públicos da série Figuras da Dança 2011.
Quem estará no palco do auditório do Teatro Franco Zampari, no dia 12 de julho, às 20h, será a grande bailarina, Ana Botafogo.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo email: memoria@spcd.com.br.
Será um prazer reencontrá-los!
quarta-feira, 15 de junho de 2011
1. Festival Brasileiro de Bailarinos Árabes
quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
As apresentações do e-Ventre
Vi bailarinas dançando a essência, o próprio estilo com emoção, delicadeza e arte. E uma dança do ventre eutêntica e diferente. Sempre lembro dos textos da Luana Mello sobre a mesmice que se propagou na dança do ventre: todas dançando do mesmo jeito como se fossem bonecas. Pois bem... vi danças diferentes que me alegraram os olhos, porque ver também é um estudo.
Fátima Braga, Esmeralda (não a conhecia e tem um estilo super marcante), Rhazi, todas arrasaram, com uma dança que não cansa e dá vontade de ver mais e mais. E a mestra de todas nós: Lulu Sabongi! O que falar gente?! Sempre admirei e estudei ela mas a cada ano que passa ela me surpreende, sua dança é cada vez mais apurada, técnica e expressiva.
Lulu dança com o corpo inteiro, com a alma, com a técnica e precisão. Me emocionou em algumas partes, me segurei em alguns momentos para não desaguar. Não é tietagem, porque não sou disso, é meu olhar de admiração e respeito por uma profissional ética, uma pessoa fofa que conversou comigo de igual pra igual - é... acabou ficando uma tietagem isso aqui! kkkk
Sobre a minha dança... todas sabem que a Enta Omri é pura emoção e a maior responsa dançá-la ainda mais pra banca formada por: Lulu, Adriana Bele Fusco, Amara e Esmeralda - mas como não tive alternativa fui que fui.
Era a música que havia mais estudado (claro), porém... quando improvisei me entreguei mesmo, dancei o que havia marcado mas muitas coisas sairam espontâneamente com a emoção do momento. Como a minha expressão que nunca é introspectiva e séria - mas foi o que senti no momento, me fechei e dancei para mim e deixei me levar pela música - só encarei o público em algumas partes e sorri no final, que é onde me senti feliz.
Afinal era a Enta Omri!
Me emocionei muito lá no momento e fiquei no meu mundo. Apesar que lendo o que a Naznin escreveu a respeito, não me arrependo do jeito que dancei, ela se emociou, meu namorado e minhas alunas também.
E foi isso que pegou porque de resto fui bem. Apenas a Adriana curtiu essa expressão e me deu 9.0, o restante me deu 7.0. Engraçado como muda de pessoa pra pessoa. Ao todo fiquei com 168, nem me lembro a nota do terceiro lugar... acho que era 171 alguma coisa.
De restante li muitas coisas boas, incentivos, as minhas qualidades e claro que a Lulu com seu olhar super técnico me deu dicas e correções que ninguém havia escrito. Isso é o que valeu a pena! Ler e ver que são sutilezas que preciso melhorar e isso eu sei que é eterno para qualquer artista.
Claro que fui falar com a Lulu, claaaaro! Não me aguentava e ouvir dela um:
_Você é super talentosa menina! Que postura, que linha! Só precisa deixar mais andeor seus pés e etc... leia e me escreva um e-mail. (nunca pensei que isso ia acontecer um dia),
Olha a sutileza! Bem que a Elis me falou que ela olha e fala o que precisamos ouvir! Lulu arrasa até nisso!
É isso gente! Como terei as prés - seleções na frente e em vista, essas avaliações me ajudarão nisso. Vou pegar as anotações e trabalhar nas aulas particulares e continuar no caminho de aprimorar cada vez mais a minha dança.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
E o e - Ventre?
Foi a primeira vez que participei e ano que vem estarei lá denovo, quem sabe com um grupo de alunas? E adorei a organização, a energia, não houve atraso, foi tudo bem tranquilo e sem stress. As outras bailarinas super anti-estrelismos =), e no camarim ficamos conversando para descontrair. Ou seja, estávamos lá para fazer o que sabemos fazer, e não houve clima de tensão ou mal dizeres. Isso foi 10!
Só uma coisa que não gostei... quando baixei as músicas elas estavam em uma ordem, depois mudaram essa ordem mas... beleza... se na hora do sortei fosse falado além da faixa o nome da música. Porque em algumas, pelo menos eu, não entraria com véu, outras sim e apenas a que acabei dançando queria estar posicionada. Só isso gostaria que fosse revisto.
Mas é ótima essa proposta e claro que é a mais justa, todas tiveram as mesmas oportunidades porque estudamos as músicas antes e não foi uma surpresa. É uma improvisação estudada!
Confesso que na semana pensei em desistir quando vi quem seriam as juradas, porque a banca era para balançar qualquer uma, e não me arrependo em participar, de dar minha cara pra tapa e ainda dançar tão espontaneamente a Enta Omri - isso mesmo, fiquei com essa música!
Prefiro escrever um post só sobre essa experiência única: dançar Enta Omri para Lulu Sabongi - estive tão instrospectiva porque na hora estava emocionada.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
A dança do Ventre e o "Clone"

Faz tempo que queria escrever um post sobre isso, já que a novela está passando novamente vou falar a minha opinião sobre ela, ou melhor, a propagação que a cultura árabe e a dança teve depois que ela foi transmitida.
Eu sempre olho o que a Globo e a TV criam com um olhar diferente e com o pé atrás. Não duvido das pesquisas e da seriedade, eu gosto da novela mas sou uma pessoa que pe da dança do ventre e conhece um pouco, não tudo, sobre a cultura árabe e tenho o discernimento de dizer: isso não é legal... ou... que superficial.
Li alguns textos dizendo a beleza da dança é retratada na novela, o mistério do oriente e etc, etc... Tudo o que é exótico VENDE e no fim, a cultura, a religião, o modo de viver de um povo é mostrado de uma forma comercial e superficial.
O que isso afeta para nós bailarinas e professoras sérias, de dança do ventre?
Para mim, o bom é que a comercialização faz despertar interesses pela dança, ou seja, mais alunas para nós. Mas o valor/aula diminui, e a Dança do Ventre fica banalizada.
Já vi gente com um ano de dança querendo dar aulas, porque viu o jeito que se dançavam na novela e acredita que aquilo é o correto. E ainda copiam o modelito, a maquiagem, os movimentos, que só que é profissional sabe que muitos são excecutados de forma errada.
Independente se é uma novela sobre o Oriente, Ocidente, cultura indígena e afro, na minha opinião deve sempre filtrar as informações e questionar. Tudo tem seu lado bom e ruim, e devemos saber ligar com essas questões.
Entretenimento global = banalização geral!
Para terminar, achei um texto bem legal da Malika que vou linkar para vocês lerem e também para quem não o conhece:
A dança do ventre e o efeito Clone
Vamos ver um mix dos melhores momentos?
terça-feira, 24 de maio de 2011
Depoimento da professora Amanda Gurgel
Professora Amanda Gurgel silencia Deputados em audiência pública.
Depoimento Resumindo o quadro da Educação no Brasil.
Educadora fala sobre condições precárias de trabalho no RN/BRASIL.
(10/05/2011)
terça-feira, 17 de maio de 2011
Os benefícios da Dança
* Estimula o trabalho das funções psicomotoras, tais como: esquema e imagem corporal, tônus, equilíbrio, lateralidade, dissociação do movimento, estruturação espaço-temporal; praxia global e fina, ritmo e relaxamento;
* Desenvolve as possibilidades musicais e rítmicas;
* Auxilia no contato com os fatores do movimento (espaço, tempo e intensidade);
* Desenvolve a expressividade corporal e dramatização;
* Previne deficiências físicas e posturais;
* Auxilia na percepção visual e auditiva;
* Socializa, possibilitando conviver harmoniosamente em grupo;
* Amplia a linguagem corporal do aluno e a capacidade motora;
* Desenvolve a criatividade como elemento de auto-expressão;
* Conduz o aluno a aguçar o gosto pela arte;
* Proporciona a aquisição de um corpo ágil, alongado e sadio;
* Desenvolve a disciplina; e
* Possibilita uma opção de profissão.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Na correria: novas turmas e novos cursos!
- minha monografia;
- meus estudos de artes e planos de aulas + projetos;
- meus estudos da dança;
- preparativos pro E-Ventre;
- organização e divulgação eternos do meu estúdio;
- curso sobre a cultura indígena;




